Missa Campal em Hmenagem ao Aniversário do Bairro dos Bancários

segunda-feira, 25 de abril de 2016

              Neste último domingo(24/04),  em homenagem ao aniversário de fundação do Bairro dos Bancários, foi realizada na Praça da Paz uma missa Campal que contou a participação de movimentos e grupos da Paróquia Menino Jesus de Praga, de diversas instituições, de fiéis e moradores que circulavam pela Praça. Foi uma noite de louvor, agradecimento  e orações à Deus.

O Armadura do Cristão esteve presente e registrou o evento com fotos: 

Padre Marcondes - Bandeira da Paz - Praça da Paz

 Fiéis aguardando início da Santa Missa

 Homilia

 
 Palavra de Deus e o povo
 Estrutura dos Movimentos e Segmentos
Momento de oração


Encontrando força na fraqueza

sábado, 23 de abril de 2016

O cristão é capaz de encontrar força na fraqueza quando percebe que a sua força não vem da sua humanidade, mas é graça de Deus que age de forma extraordinária.
A confissão é encontro com a misericórdia de Deus. É nele que encontramos força!
A confissão é encontro com a misericórdia de Deus. É nele que encontramos força!

“…e me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nas dificuldades, nas perseguições e nas angústias por causa de Cristo. Pois quando sou fraco, então sou forte.”

Encontrar força na fraqueza não é tarefa fácil, é preciso estar atento, em oração, focado em Deus. Falo sobretudo nas tribulações próprias de quem serve a Deus. É fácil sermos traídos por nossos sentimentos e esquecermos dos motivos, das razões e dos objetivos que nos levam a permanecer fiéis ao Senhor.
Mas nesta leitura de hoje, Paulo fala de um espinho na carne, de um anjo de satanás a esbofeteá-lo e que apesar de ter pedido a jesus por três vezes, não foi liberto. O que seria? Tentação? Pecado? Um anjo que realmente o esbofeteava?
Não sei. O fato é que Jesus permitiu isso para que Paulo não ficasse orgulhoso por viver tão próximo a ele e experimentar tantas graças extraordinárias. Assim, Paulo se gloría não nas façanhas místicas, mas em tudo que ele sofreu por Jesus e pelo anúncio do evangelho.

Temos essa coragem?

Leia o trecho em II Cor 12, 7-10
Na Bíblia cnbb página 1426-1427

Título: Fraqueza e força

Princípios Eternos

II Cor 12, 9

Mas o Senhor disse-me: Basta-te a minha graça; pois é na fraqueza que a força se realiza plenamente.”

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco completa 43 anos de profissão religiosa

sexta-feira, 22 de abril de 2016

 

Em 22 de abril de 1973, Papa Francisco fez a profissão perpétua dos votos religiosos na Companhia de Jesus

Da Redação, com Rádio Vaticano 

O Papa Francisco comemora nesta sexta-feira, 22, 43 anos de profissão religiosa. Em 22 de abril de 1973, Jorge Mario Bergoglio fez sua profissão perpétua na Companhia de Jesus, aos 36 anos de idade anos.
O dia 22 de abril é uma data clássica em que os jesuítas professam seus últimos votos religiosos, ao final de um longo período de formação religiosa. Nesse dia, em 1542, Santo Inácio de Loyola e seus primeiros companheiros fizeram a profissão solene, em Roma, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, depois da aprovação do Papa Paulo III da nova ordem nascente.
Jorge Mário Bergoglio estudou Farmácia, em sua adolescência, antes de despertar sua vocação para a vida religiosa. Cursou o seminário em Villa Devoto e entrou para a Companhia de Jesus aos 19 anos de idade. Estudou Teologia e Filosofia na Universidade de San Miguel.
Bergoglio foi ordenado sacerdote em 13 de dezembro de 1969, em San Miguel; nomeado arcebispo de Buenos Aires, em 1997; criado Cardeal, em 2001, pelo Papa João Paulo II; e eleito Papa em 13 de março de 2013.

Fonte: Canção Nova

Cristo é a direção que nos conduz à vida

Que dentro de nós cresça a convicção de que Cristo é a estrada por onde devemos andar. Ele é a seta, a direção que nos conduz à vida

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (João 14,6).

    Jesus vem hoje consolar, orientar e direcionar os nossos corações. Primeiro, Ele nos consola para que não nos deixemos perturbar, para que nenhuma perturbação tome conta da nossa mente, do nosso coração e da nossa alma.
Sabemos que, muitas vezes, ficamos atormentados, basta sermos contrariados ou enfrentarmos as contradições e contrariedades da vida que perdemos o sossego, a retidão, a serenidade e a reta em que devemos caminhar. Basta que passemos por situações de aflições ou coisas perturbadoras para que o nosso coração perca a paz.
Permita que a Palavra de Deus caia em seu coração e que Deus tome conta de sua alma e de todo o seu ser!
    Quando coisas negativas nos perturbam, não podemos nos alimentar delas; pelo contrário, precisamos nos alimentar e nos encher de fé, precisamos que a oração, contemplação, meditação, intercessão, comunhão e tudo aquilo que são elementos essenciais para nossa fé e que alimentam nossa alma possam nutrir nosso coração, para não sermos perturbados pelas contrariedades deste mundo.
        Que dentro de nós cresça a convicção de que Cristo é a estrada por onde devemos andar. Ele é a seta, a direção que nos conduz à vida.
      Quando nos encontrarmos perdidos, desorientados e sem saber o que fazer na vida, respiremos fundo, voltemos para Ele e não desviemos de forma alguma o olhar d’Ele.
         Por mais difíceis e complicadas que sejam as coisas, a mão de Deus e a luz de Cristo nos conduzem, porque Ele é a verdade. Em um mundo com tantas confusões, meias verdades e mentiras ditas como verdades, há uma única verdade, de que Deus é Cristo, Aquele que nos salva, redime, restaura e dá a vida nova.
        Em busca de dar um sentido melhor à nossa vida, de encontrarmos uma razão para viver, podemos buscar muitas coisas para alimentá-la, mas a vida plena e abundante é a que Cristo nos trouxe, que nos preenche e alimenta todo o nosso ser.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Precisamos da luz de Cristo para não cairmos nas trevas

quarta-feira, 20 de abril de 2016

 

Cristo é a luz do mundo e quem anda guiado, iluminado e conduzido por Ele não caminha em meio às trevas

Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas” (João 12, 46).

Deixemos a luz do céu entrar, deixemos a luz de Cristo entrar, permitamos que a luz que vem do alto entre em nossos corações. A figura de linguagem serve para ilustrar o quanto precisamos da luz e o quanto ela é necessária em nossa vida.
Veja, você se levantando de madrugada para ir ao banheiro ou para fazer alguma coisa na sua casa, se não houver luz, que tristeza vai ser! Você vai tropeçar, cair, machucar-se e ralar. É perigoso coisas piores acontecerem, porque sem luz nós caímos, tropeçamos, acidentamo-nos e até morremos, porque vamos caindo nos abismos da vida se nos falta luz.
Não podemos permitir que o nosso coração caminhe na escuridão e nas trevas. Podemos ter dois olhos que nos permitem enxergar tantas coisas, mas os olhos estão abertos para as coisas do mundo e a alma fechada na escuridão e na penumbra da vida.
Cristo vem nos dizer que Ele é a luz do mundo e quem anda guiado, iluminado e conduzido por Ele não caminha em meio às trevas, à escuridão, aos desastres que esse mundo produz em nossa alma e coração.
A luz se acende na serenidade, não adianta manter o coração agitado, estupefato, cheio de agitações, de frivolidades, de coisas que vamos pegando aqui e ali.
É preciso acalmar e serenar o coração,  deixar que Ele entre naquele estágio de silêncio interior mais profundo, para que essa luz penetre nossa alma, nosso ser e ilumine tantas coisas que estão na penumbra de nossa alma, nos esconderijos de nosso coração; tantas coisas que nosso inconsciente armazenou e nos trouxe tantas aflições.
Vivemos verdadeiras escuridões na alma e no espírito, vivemos no medo, no temor, no receio, na agressão devido ao nosso comportamento agressivo e, às vezes, perguntamo-nos por que reagimos assim, por que o nosso modo de ser tantas vezes está angustiado.
Precisamos da luz de Cristo para não cairmos nem andarmos nas trevas, para não permitirmos que tomem conta de nosso interior. Abramos nosso coração, nossa mente, nossa vida e permitamos que a luz de Cristo entre por ela para iluminar todo o nosso ser!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Deus concede firmeza ao nosso coração

terça-feira, 19 de abril de 2016

Precisamos da firmeza para seguirmos firmes e perseverantes, para não desanimarmos nem cairmos na prostração

Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração” (At 11,23).

A graça de olharmos a Igreja Primitiva é vermos como o Espírito Santo usava cada pessoa com seus dons e talentos, transformava o que cada um tinha em dons, talentos e graças para o Reino de Deus.
Veja que bênção era Barnabé! Um homem muito bom, com o coração generoso, cheio do Espírito Santo e de muita fé. Era um instrumento usado para que a graça de Deus chegasse a muitos corações. O que fazia Barnabé além de pregar, anunciar e proclamar a manifestação do Reino de Deus no meio de nós? Ele não deixava de confirmar os irmãos na fé; sobretudo, para que permanecem fiéis ao Senhor com firmeza de coração.
Como precisamos dessa firmeza de coração, porque este se torna volátil, presa fácil de seduções, e deixa arrefecer pela tristeza, pelo desânimo, cansaço e decepção. Precisamos da firmeza para seguirmos perseverantes, para não desanimarmos nem cairmos na prostração. Mas deixamos de ter essa firmeza, porque, muitas vezes, nosso coração é contaminado e fica minado por forças negativas que nos envolvem, atormentam-nos e batem à nossa porta.
Era na alegria que Barnabé exortava seus irmãos. A alegria é o grande exorcismo de que precisamos para combater a tristeza em nossa vida. Existem situações que, de fato, nos deixam tristes, arrasados, mas não podemos nos entregar às tristezas, ao desânimo e ao desespero por passarmos por situações de conflito e aflições nessa vida.
A Palavra de Deus vem ao nosso encontro para nos levantar, colocar-nos de pé, conceder firmeza ao nosso coração, tantas vezes, vacilante, que duvida, desanima, cansa-se com tanta facilidade. Esse coração precisa de uma dose de  ânimo, uma dose redobrada, efervescente, carismática e mais que redobrada desse dom de Deus, para permanecermos firmes na fé e não entregarmos os pontos, não olharmos para os fracassos, para aquilo que nos derruba.
Deus nos quer de pé e nos dá a graça do Seu Espírito para não desanimarmos!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Bata à porta do coração de Deus

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Bata à porta do coração de Deus, porque, quando entramos por ela, encontramos o refúgio, o vigor, a graça e o consolo de que nosso coração tanto precisa

Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem” (João 10,9).

Aquele que é o Bom Pastor é também a porta por onde as ovelhas precisam entrar para não caírem em pastagens erradas, para não se deixarem levar por pastagens que parecem mais bonitas e vistosas, mas que não são as pastagens da vida.
Para entrar na pastagem da vida é preciso passar pela porta. É pela porta que entramos em casa, que nos refugiamos em nosso lar, que separamos o que é do mundo e o que de fato é nosso. Só entra pela nossa porta aquele que é bem-vindo, que é recebido e vai somar e se unir a nós, aquele que, de fato, traz bem à nossa casa. A porta separa o que pode entrar e o que não pode, o que deve e o que não deve, o que convém do que não convém. Precisamos entrar na porta que é Cristo!
Estamos aproveitando a celebração do Ano Santo da Misericórdia e muitos de nós já fizemos a experiência de passar pela porta santa, pela porta da misericórdia nos santuários, nas catedrais de nossas dioceses, de nossas igrejas particulares, mas alguns talvez não tenham entendido que essas portas, por mais sacramentais que sejam, são simbólicas. Na verdade, simbolizam e nos remetem, até de forma sacramental, para uma realidade sublime e suprema da porta do coração de Deus, da porta de entrada para o céu, da porta da graça, da salvação, que é o próprio Cristo.
Cristo é a porta que se abre para que a graça venha até nós e possamos nos banhar e mergulhar na graça do Senhor. Não nos deixemos enganar, iludir, não sigamos por qualquer pastagem desta vida. Escutemos a voz do nosso Mestre e passemos pela Sua porta! A porta é estreita, difícil, mas é a que nos salva!
Diz o Mestre que precisamos ter cuidado com aquela porta larga demais, que é simplesmente recheada de facilidades. Depois, o que vem daquela porta é até difícil de se falar. Mas pela porta que é Cristo somos conduzidos, introduzidos, mergulhados na graça da salvação, somos introduzidos na eternidade que Ele nos preparou.
Bata à porta do coração de Deus, porque, quando entramos por ela, encontramos o refúgio, o vigor, a graça e o consolo de que nosso coração tanto precisa!
Na nossa vida, podemos ter batido em portas erradas, que não serviram para nada, mas a porta certa na qual nunca vamos nos perder é Cristo; nela precisamos entrar e permanecer!

Deus abençoe você!


Ouçamos mais a Deus do que a nós mesmos

sexta-feira, 15 de abril de 2016

 

É preciso deixar-­se guiar por Deus, ser iluminado por Ele e ouvi-Lo mais do que a si mesmo

“Caindo por terra, ele ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At 9, 4). 

A leitura da Palavra de Deus, no dia de hoje, coloca-nos diante dessa figura muito importante para nossa fé, para o nosso apostolado e para a expansão da fé cristã por toda a terra. Saulo, que depois se converte e se torna Paulo, lembra-nos que era um homem muito religioso, conhecedor da Sagrada Escritura, mas tinha o coração e a mente obscurecida por não conhecer a verdade.
O que acontecia com Saulo é o que acontece com muitos de nós, homens e mulheres, religiosos e religiosas, que nos sentimos muito conhecedores de Deus e das coisas d’Ele. A nossa mente vai se fechando para a graça, achamos que tudo que nós conhecemos e sabemos a respeito de Deus nos torna melhores, maiores e mais agraciados que outros, e passamos a ouvir a nós e nossas certezas, nossas convicções, nossa soberba e deixamos de ouvir a voz de Deus.
Mesmo sendo bons religiosos, como achamos que somos, fazemos até loucuras por causa de Deus, como Saulo foi capaz de fazer. Saulo ameaçava de morte, era a perseguição em pessoa aos cristãos em nome da fé, da religião e de suas convicções. Ele só respirava ameaças contra os seguidores de Cristo.
Meus irmãos e minhas irmãs, a religião é um bem, uma graça, mas se torna também uma desgraça quando a pessoa se acha cheia de si mesma, quando é tomada pela soberba religiosa, pelo orgulho de se achar o dono da verdade.
O que vemos no mundo de hoje são verdadeiros gladiadores da fé, religiosos que se atacam, pessoas que se dizem conhecedoras de Deus, íntimas d’Ele, usam do que sabem, usam da Bíblia, dos meios que podem, das redes sociais, usam dos microfones, dos púlpitos para atacarem uns aos outros.
Quantas maldades, quantas coisas horríveis se fazem em nome da fé! Tudo aquilo que vimos ou vemos de mal, em nome da religião, representa o homem velho, o Saulo velho, que conhece a religião, mas não serve o Deus da religião.
Por isso, meus irmãos, é preciso pedir a graça que Deus concedeu a Saulo. É preciso que, antes de morrer, caíamos por terra para não cairmos no inferno. É preciso cair por terra, primeiro para ouvir a voz de Deus: “Saulo, Saulo!”, e cada um pode ouvir seu próprio nome. Por que é que perseguimos uns aos outros? Por que é que perseguimos Cristo na pessoa do irmão? Por que há tantas maldades em nome de pretensa ou falsa religião? Foi a partir daí que Paulo ou Saulo passou a abrir seus olhos.
Que hoje Deus nos dê essa tríplice graça de cairmos por terra, de ouvirmos Sua voz e abrirmos os nossos olhos. Não basta ser religioso e conhecer as coisas de Deus, é preciso deixar-­se guiar por Ele, ser iluminado e ouvir mais a Ele do que a nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Na Sagrada Escritura, encontramos o Cristo

quinta-feira, 14 de abril de 2016


A Palavra de Deus tem apenas uma missão: evangelizar e anunciar o Cristo do Gênesis ao Apocalipse

“Então Filipe começou a falar e, partindo dessa passagem da Escritura, anunciou Jesus ao eunuco” (At 35,8). 

        A graça de evangelizar é dada a todos os batizados, e é missão deles evangelizar na graça, na força e no poder do Espírito. Para Deus, aquele que prega para cem mil ou um milhão é tão agraciado como aquele que prega para uma pessoa apenas. E o “apenas” aqui é redundante, porque uma pessoa vale tanto quanto um milhão de pessoas no coração de Deus!
        É por isso que Deus usa de Filipe para que ele se aproxime daquele eunuco etíope, ministro da rainha da Etiópia. Ele estava em peregrinação a Jerusalém, conhecia a Sagrada Escritura, mas não sabia a interpretar, por isso Filipe se aproximou dele e perguntou: “Você compreendeu o que está lendo?”, porque ele tinha acabado de ler uma passagem do profeta Isaías. O próprio eunuco respondeu: “Mas como é que eu vou entender, se não há ninguém para me explicar?”. Felipe, iluminado pelo Espírito, cheio da graça divina, começou então a falar a ele, explicar a própria Escritura partindo de Jesus, chegando n’Ele e dando um sentido pleno para aquela passagem.
        Vejam bem: é uma passagem do Antigo Testamento, é um livro do profeta Isaías, escrito há tantos anos antes de Cristo. Mas é em Cristo que toda Escritura se resume, que toda Palavra de Deus chega ao seu sentido mais pleno.
Às vezes, as pessoas perdem tempo, querem explicar as passagens da Bíblia partindo de controvérsias, de versículos que criam dificuldades; às vezes, querem explicações científicas quando a Palavra de Deus tem apenas uma missão: evangelizar e anunciar o Cristo do Gênesis ao Apocalipse. Qualquer passagem da Escritura nos remeter à pessoa de Cristo Jesus.
          Quando deixamos o Espírito fazer isso em nós, quando deixamos que Ele se apodere de nós, não precisamos ser doutores, teólogos ou hermeneutas; não precisamos fazer exegese bíblica. É na simplicidade de querer evangelizar e anunciar a verdade!
Se é verdade que cada um não pode interpretar a Bíblia da sua maneira, ao seu bel-prazer e ao seu gosto pessoal, porque vão surgindo interpretações totalmente distorcidas do sentido das Escrituras, mas a evangelização direta cabe a nós, é dirigida por Deus, e é isso que Filipe está fazendo.
         É por isso que o ministro da rainha da Etiópia, aquele eunuco, escuta a docilidade de Filipe que tem a Palavra de Deus e pode encontrar o Cristo nessa passagem.
        Amados irmãos e irmãs, toda a Sagrada Escritura é um convite para encontrarmos o Cristo Jesus, para encontrarmos o Seu senhorio e rendermos nossa vida a Ele. Evangelize, anuncie Cristo para uma, duas, três ou para uma multidão de pessoas, mas o que nós não podemos é deixar de evangelizar!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sem a presença de Jesus não há vida plena

terça-feira, 12 de abril de 2016

 

Quando Jesus está em nós, nossa vida se torna plena, transformada e iluminada. A nossa vida não é a mesma coisa sem Ele

Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (João 6, 35).

Nós trabalhamos pelo pão de cada dia, damos nossa vida para que não falte o pão em nossa casa, o qual sacia nossa fome e alimenta os nossos familiares. Não podemos deixar de trabalhar para possuirmos o pão de cada dia.
O Pão da Vida é o próprio Jesus, que alimenta nossa fome e sacia nossa sede, porque Ele é o Pão de Deus, que veio do Céu para dar a vida ao mundo.
Quando olhamos para nossa vida, percebemos que todos nós buscamos um sentido para ela, buscamos a realização pessoal. Ninguém quer passar essa vida sem encontrar nela um sentido: “Por que estou assim? O que faço aqui? Para onde vou?”. Mais triste ainda é imaginarmos que a nossa terra é aqui, que tudo termina aqui, e não saber entender e compreender o sentido mais pleno da vida.
Só encontra o sentido pleno de sua existência quem encontra o sentido para sua vida! Jesus nos diz que Ele é o Pão que sacia essa fome intrínseca do nosso coração, nossa sede de eternidade, de buscar uma verdade bem maior, um bem mais supremo que preencha as inquietações da nossa alma e do nosso coração.
A nossa alma só encontra sossego quando encontra o próprio Autor e Senhor da vida! Por isso, Jesus dá sentido à nossa vida, Ele a alimenta e nos dá vida. O Senhor faz com que ela tenha mais gosto, mais sabor, faz com que seja mais plena e cheia de significados. E esse significado eterno e pleno faz com que nossa vida volte às suas origens, porque viemos de Deus e é para Ele que voltaremos.
Quando Jesus está em nós, nossa vida se torna plena, transformada e iluminada. Nossa vida não é a mesma coisa sem Ele! Sem o Senhor vivemos perambulando para lá e para cá, sem saber para onde vamos. Jesus é o caminho, a direção, a seta e o ponto de chegada, por isso encontramos n’Ele um pleno sentido de ser e existir.
Permitamos ser alimentados pela presença amorosa do Cristo ressuscitado no meio de nós, permitamos que a nossa vida seja por Ele alimentada e plenificada, porque não há vida plena sem Jesus!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus é o alimento que nos conduz à eternidade

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Coloquemos nossos esforços no alimento que permanece para sempre: a vida eterna que o Filho de Deus nos trouxe

“Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo” (João 6, 27).

Amados irmãos e irmãs, muitas vezes, ficamos entusiasmados com Deus quando Ele abençoa, faz crescer aquilo que já temos, quando a nossa mesa está farta, quando conseguimos um bom emprego, quando conseguimos melhorar no que fazemos. Associamos, muitas vezes, nossa ligação com Deus com o que é material.
Não permita que sua ligação com Deus seja comercial, material e capitalista. Na penúria ou abundância, nosso coração precisa ser de Deus. Com o pouco ou com o muito que temos, nosso coração precisa estar n’Ele!
Não pense que ter muitas graças é ter muitas coisas, porque, às vezes, a pessoa está aumentando suas riquezas, seus bens, suas posses e diz: “Ah, é Deus quem está me abençoando!”. Não é verdade que o aumento de posse, de bens materiais seja sinônimo de aumento de graça, porque, tantas vezes, o aumento das coisas materiais acaba sendo uma verdadeira desgraça para a nossa vida, nos torna pessoas orgulhosas, avarentas e opulentas.
Tantas vezes, crescer na posse dos bens materiais nos afasta da posse da graça do essencial. Deus abençoa quem trabalha com aplicação, com diligência, quem coloca os seus dons e é capaz de melhorar e crescer na vida.
Não pense que aqueles que levam uma vida simples, que se contentam com o pouco que têm são menos abençoados por Deus. Muitas vezes, a pessoa na pior das indigências é toda de Deus. E como é difícil uma pessoa que muito têm lembrar-se de Deus e ser livre para servi-Lo.
Por isso, meus irmãos, não trabalhemos apenas pelo pão dessa vida, pelos elementos e alimentos dessa vida, mas coloquemos os nossos esforços no alimento que permanece para sempre: a vida eterna que o Filho de Deus nos trouxe. Os outros alimentos são perecíveis, servem para essa vida, mas o alimento que nos sustenta para a eternidade é o próprio Jesus quem nos dá!
A bênção não está em possuir muito, mas em se abrir para que a graça de Deus esteja em nós, para que o Pão da Vida seja o nosso alimento e a nossa busca pelo Reino de Deus não seja menor do que nossos esforços pelo bens terrenos.
Vivamos o equilíbrio da vida, sabendo trabalhar para conquistar o pão de cada dia e dando o melhor de nós para alcançar o pão da eternidade!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Reparta com o próximo os dons que Deus lhe deu

sexta-feira, 8 de abril de 2016

 

Precisamos multiplicar e repartir o que Ele nos deu, a começar pelos dons, talentos e a capacidade de cada um

Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes” (João 6,11). 

      A graça, o dom que o Espírito nos concede é de podermos repartir e partilhar o mesmo dom que recebemos d’Ele. Ninguém recebe o dom de Deus para retê-lo para si, para ficar fechado em si, para o seu culto pessoal, somente para o seu crescimento enquanto pessoa, filho de Deus e agraciado.
O dom que recebemos é para ser partilhado, para ser colocado a serviço do outro. Uma vez que não usamos o dom recebido, que não colocamos a graça em prática, ela se atrofia dentro de nós. E sabemos que uma coisa atrofiada não se move, não consegue ir para frente nem produzir nada, porque está simplesmente atrelada.
Não podemos reter a graça e o dom de Deus que nos foi dado. Precisamos multiplicar e repartir o que Ele nos deu, comecemos pelos dons, talentos e a capacidade que cada um tem, pelo dom do serviço. Multiplique, faça sair adiante!
É tão bom ver quando uma pessoa tem um talento e faz uso dele! No entanto, o talento torna-se tão maior e palpável quando a pessoa começa a dividi-lo.
Coloque o que você tem em comum para os outros, ajude-os! Quem tem o dom de trabalhar, trabalhe em função do outro; quem tem o dom de criar, crie para o outro, mas faça isso também com os dons materiais que recebe.
Podemos ter poucos ou muitos talentos, mas estes serão multiplicados, porque temos a graça de dividi-los com os outros. Foi assim que Jesus fez com os pães e com os peixes, que pareciam tão pouco para a grande multidão. Mas Jesus teve a sensibilidade de se compadecer da fome daquele povo. Ele poderia muito bem ter pego os cinco pães e os dois peixes e retê-los apenas para Seus discípulos, mas fez questão de dividir, porque tudo o que é dividido é multiplicado.
Tenha a certeza de que não vai faltar pão em sua casa, não vai faltar alegria em sua vida nem os dons de que você precisa quando, com sabedoria e desprendimento, começar a repartir o que tem!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sejamos obedientes à voz de Deus

quinta-feira, 7 de abril de 2016

 

Para andar na graça do Espírito, para ser iluminado e conduzido por Ele, é preciso ter docilidade, obediência e escuta à voz de Deus

E disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que a Ele obedecem” (At 5, 32).

A grande graça que Deus dá àqueles que obedecem Sua voz, que escutam Seus mandamentos e os colocam em prática é a graça do dom do Espírito Santo.
O Espírito do Senhor é dom para toda a Igreja, é o dom dado a todos os fiéis pela graça do batismo. Mas para andar na graça do Espírito, para ser iluminado e conduzido por Ele, é preciso ter docilidade, obediência e escuta à voz de Deus!
A palavra “obediência” vem da expressão latina oboedire, ou seja, capacidade de escutar. Escutar não se trata apenas de ouvir, mas escutar e, a partir disso, tomar a direção do que está ouvindo.
Sabe, meus irmãos, muitas vezes, escutamos, mas não ouvimos; estamos vendo as pessoas falando, pregando a respeito de Deus, vamos à igreja e escutamos o padre, o irmão falar, mas o nosso interior não capta, não absorve nem assimila para valer aquilo que está sendo ensinado e pregado, porque, muitas vezes, falta abertura para a graça, para o dom. E uma vez que nos falta abertura, pode faltar-nos também a disposição de colocarmos em prática o que estamos ouvindo e, dentro de nós, resistências vão sendo criadas.
Quantas vezes, somos resistentes à Palavra de Deus, colocamos objeções, interrogações e dificuldades! E quando colocamos dificuldades para a Palavra de Deus em nós, não conseguimos entendê-la, quanto menos praticá-la.
Se formos dóceis e obedientes à voz do Senhor, experimentaremos o melhor d’Ele, que é a graça do Seu Espírito em nós. É por esse motivo que, quando o Paráclito é derramado sobre nós e somos conduzidos por Ele, podemos testemunhar para o mundo aquilo que Jesus realiza no meio de nós.
Tornamo-nos verdadeiras testemunhas dos acontecimentos, porque não falamos somente daquilo que ouvimos dizer de outros, mas nos tornamos testemunhas, porque vimos a ação acontecer entre nós, em nossa vida.
Não dá para ser testemunha somente da boca para fora, é preciso testemunhar o que o coração experimenta. Se formos dóceis e obedientes à voz e à ação do Espírito, Ele realizará a ação de Deus em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Testemunhemos a alegria de ser de Cristo

quarta-feira, 6 de abril de 2016

 

Precisamos primeiro viver a alegria de ser de Cristo, de ser discípulo d’Ele e tê-lo como o Senhor de nossa vida

“Durante a noite, o anjo do Senhor abriu as portas da prisão e os fez sair, dizendo: “Ide falar ao povo, no Templo, sobre tudo o que se refere a este modo de viver” (At 5, 19-20).

       Os apóstolos foram presos e levados às prisões por causa do testemunho de Cristo, pelo modo de vida que tinham. E que modo de vida era este? Era uma vida diferente, que causava realmente impacto no meio daquela sociedade; era um verdadeiro testemunho de vida.
Os cristãos chamavam atenção não porque usavam roupas diferentes ou porque eram melhores do que os outros. Eram, muitas vezes, até mais pobres, mais necessitados, mas eram os mais alegres e felizes, tinham uma alegria contagiante e testemunhavam-na.
Alegria, em primeiro lugar, da partilha, pois não passavam necessidades entre si, repartiam o que tinham. Depois a unidade: não eram sozinhos, eram irmãos, cada um podia cuidar do outro. Estavam presos, mas não se sentiam sozinhos na prisão, porque quem estava do lado de fora estava unido a eles em oração, em vigília; estavam, de alguma forma, vivendo o mesmo que eles.
A comunhão vivida entre eles era um grande testemunho. Era como se dissessem: “Eu não sou cristão sozinho, eu estou em comunhão com outros que vivem a mesma fé que eu”, por isso mesmo, na prisão, não estavam tristes nem desanimados; pelo contrário, faziam aquela prisão tremer com oração, com louvores e cânticos. De modo que o próprio anjo do Senhor os fez sair da prisão para que fossem testemunhar e falar ao povo sobre este modo de viver.
Meus irmãos, Deus não nos quer presos, não nos quer de forma nenhuma intimidados com a nossa forma de vida; pelo contrário, Ele quer que levemos nossa forma de viver, a nossa alegria a outros. Mas, antes de levar, precisamos primeiro viver a alegria de ser de Cristo, de ser discípulo d’Ele e tê-Lo como o Senhor de nossa vida. A alegria de termos a vida em comum, não que todos sejam iguais ou cópia um do outro, mas sim a mesma fé, uma vida em comum enquanto seguidores de Cristo, e somos capazes de cuidar uns dos outros.
Quando testemunhamos aquilo que vivemos, nosso modo de viver passa a ser almejado também por outros!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Vivamos a caridade entre nós

terça-feira, 5 de abril de 2016

 

Precisamos, nos dias de hoje, testemunhar a presença de Deus no meio de nós pela comunhão solidária, comunhão na caridade

“Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus”(At 4, 33).

Amados irmãos e irmãs, estamos vivendo este tempo de graça, o tempo pascal. Durante esse período, o Espírito de Deus é a nós enviado, é a nós prometido para nos fazer testemunhas.
Testemunha é quem vê ou experimenta algum fato, sobretudo a graça recebida. Nós podemos ser testemunhas, porque vemos a graça de Deus ser realizada na vida de tantas pessoas. Somos testemunhas das pessoas transformadas pelo Senhor, e também porque essa mesma graça age em nossa vida.
E como podemos testemunhar Jesus?
A comunidade primitiva, os primeiros seguidores de Jesus, testemunhavam-No por dois fatores importantes: primeiro, pela unidade, aquela multidão de fiéis era um só coração e uma só alma, tinham um só sentimento de amor a Jesus, de dar a vida por Ele e contemplar o Jesus ressuscitado que estava entre eles.
Podia ter as diferenças, as formas de visões de vida, muitas coisas que não corrigiram entre eles, mas um fato os unia: o amor a Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! E aquilo fazia realmente com que a comunidade primitiva fosse unida num só coração. Estavam ali capazes de dar a vida um pelo outro, porque se amavam.
O testemunho da unidade é vivo quando se testemunha também a caridade e, sobretudo, a caridade solidária, porque a Palavra diz também que entre eles não havia necessitados, porque tudo o que tinham colocavam em comum; dividiam os bens que possuíam, vendiam o que tinham e colocavam tudo aos pés dos apóstolos para que fosse suprido a necessidade de cada um.
Como nós precisamos, nos dias de hoje, testemunhar a presença de Deus no meio de nós pela comunhão solidária, comunhão na caridade! Quando vemos em nossas comunidades, em nossos grupos, ao redor de nós, tantas pessoas que passam por necessidades materiais, pessoas vivendo a pobreza extrema, desempregadas, sem ter o que comer ou o que vestir, pensamos: como dar-lhes esperança?
É triste alguém dizer: “O problema é dele!”. Não! Isso é falta de um cristianismo autêntico, é falta de viver realmente aquilo a que somos chamados, aquilo que era a essência do cristianismo nascente: o testemunho pela caridade.
Meus irmãos, não pode haver necessitados entre nós, não pode haver, no meio de nós, quem sofra carência de amor, de alimentos ou de qualquer coisa parecida, porque ser comunidade não é somente o
lugar onde se reza junto, mas lugar onde se testemunha junto o amor a Cristo e o cuidado dos irmãos, sobretudo, os mais necessitados!
Que nós possamos proclamar com atos, prodígios e palavras que Jesus está vivo no meio de nós! Mas o
maior prodígio é viver a caridade na unidade no meio de nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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