CARTA ABERTA PELA INSTALAÇÃO DOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA NO BAIRRO NOS BANCÁRIOS

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016


Desde 2009, com a instalação do Conselho de Segurança Comunitário, que as instituições as quais representam os moradores do bairro dos Bancários e adjacências, têm se preocupado com a situação de insegurança que, naquela época e, até então ainda permeia esta área da cidade. É certo que, foram realizadas várias ações, em parceria com os poderes públicos para amenizar esta situação.

Com o sequestro de duas mulheres em junho de 2015, ocorrido nos Bancários, seguido de estupro e umas das vítimas foi brutalmente assassinada, a população, liderada pelo Conselho de Segurança Comunitário, saiu às ruas no dia 27 de junho de 2015, pedindo que a Paz voltasse a reinar entre nós e, exigindo dos órgãos competentes agilidade para coibir esta onda de violência.




Como em 2014, já havíamos iniciado um processo de discussão com autoridades da segurança pública, municipal e estadual, em vista da implantação de uma base da Guarda Municipal e de uma UPS, estas negociações intensificaram-se cada vez mais, através de várias reuniões com o Secretário Estadual, Cláudio Lima; o comandante geral da PM-PB, Cel. Euler Chaves, Ten. Cel. Sena e, representantes da secretaria de segurança Pública e Cidadania da Prefeitura de João Pessoa.



Tudo concorria para a solução do problema e com expectativas de que as instituições de segurança seriam instaladas no bairro, trabalhando em unidade, respeitando as peculiaridades de cada uma. Porém, fomos surpreendidos com a demolição de uma parte da associação de forma truculenta no dia 06 de julho, desconsiderando toda construção coletiva em prol da implantação dos órgãos competentes em nosso bairro. 




De imediato, reagimos a esta agressão com um ato público no dia 08 de julho de 2015, pois não havia diálogo até o momento para a solução do impasse, pelo contrário, eu, Padre Marcondes Meneses, fui expulso das dependências da Secretaria Municipal de Segurança pelo atual ocupante, por discordar de suas atitudes, em seguida, todos os representantes retiraram-se do local e, a noite realizamos o ato público, com a população que compareceu em peso.

Aos 09 de julho, o secretário de Planejamento do Município, Zenedy Bezerra, acompanhado do secretário adjunto da comunicação da época, estive nas dependências da Paróquia Menino Jesus, com a finalidade de firmar um acordo entre as instituições do bairro e a Prefeitura Municipal de João Pessoa. O Secretário Zenedy, comprometeu-se de que a Prefeitura faria o repasse legal de uma parte do terreno, para o governo do Estado construir o DISP (Distrito Integrado de Segurança Público) e a prefeitura construiria a Base da Guarda Municipal no local onde foi destruído parte da Associação. Fechamos o acordo e saímos esperançosos para a concretização.

Mesmo com o acordo firmado, não paramos de trabalhar em prol da Segurança em nosso bairro. Fomos recebidos aos 16 de Julho pelo Comandante Geral da PM-PB, Cel. Euler, acompanhado do Cel. Lívio e Cel. Sena, para debater como seria a implantação do DISP e uma possível UPS. De imediato foi acordo com a PM-PB a que no nosso bairro teríamos de imediato uma UPS Móvel, trio de Motocicletas fixo, Patrulhamento a pé e a Ronda PROERD nas escolas do bairro. De fato todo esse aparato vem assistindo nosso bairro, amenizando a situação de insegurança.



Também procuramos os órgãos da Prefeitura Municipal, com a finalidade de solicitar a poda de arvores, requalificação da iluminação pública, já que compreendemos SEGURANÇA em sentido amplo, levando em consideração estes serviços. Inclusive, no dia 29 de julho de 2015, realizamos uma audiência pública para tratar destes pedidos, porém, só o secretário da SEDURB e o adjunto da época da Segurança Municipal compareceram, representeando o município; representando a PM-PB, tivemos a presença do Ten. Cel. Sena. O objetivo era obter do poder municipal a poda das árvores e a requalificação da iluminação, ficando acordado que de imediato estes serviços seriam realizados. Mais uma vez nos reunimos aos 06 de agosto de 2015, acompanhado do Pr. Mazinho, da Igreja Batista dos Bancários e várias lideranças, na sede da SEDURB, sempre com o intuito de concretização destes serviços.


  

No dia 09 de agosto, tivemos a oportunidade de apresentar aos moradores, nas missas e na praça da paz as conquistas do Conselho de Segurança dos Bancários: UPS Móvel; Trio de Motocicletas fixo; Patrulhamento a pé; Ronda PROERD nas escolas do bairro e, sobretudo, o Consenso para a instalação da Guarda Municipal e UPS na praça da paz e o DISP no terreno doado pela prefeitura ao Estado.



Não cruzamos os braços, o trabalho continuou. Aos 10 de agosto, o CONSEG Bancários, esteve reunido em audiência com o Secretário de Segurança Claudio Lima, com o Comandante da Polícia Cel. Euller Chaves, com o comandante do 5º BPM TC Sena e pelo Delegado Isaias Gualberto. Na oportunidade o presidente João Eduardo Melo, o Padre Marcondes e Abelardo Maia representando o Rotary, discutiram as opções de instalação do DISP e da UPS, antecedendo nova reunião com a Prefeitura Municipal de João Pessoa.



No dia 12 de agosoto, fomos recebidos no gabinete do Secretário de planejamento de João Pessoa, Zenedy Bezerra, com a presença do Secretário de Desenvolvimento Urbano, Hildevanio Macedo, debatendo a cessão do terreno pelo poder municipal para a construção do DISP Bancários.
 Toda esta caminhada em busca das melhorias do nosso bairro foi realizada com a expectativa da implantação da Base da Guarda Municipal e do DISP-Bancários, conforme o prometido. Entretanto, nos causa indignação, pela morosidade ou pela falta de “interesse”, é certo que em todas as reuniões foram ratificados os pedidos da população, mas nos falta inciativa concreta.

Ainda continuamos com ruas escuras, ermas e com arvores que servem de abrigo e esconderijo de marginais, esperando as vítimas para assaltos e colocando medo na população.




Assim como, desde outubro a prefeitura colocou uns tapumes no local reservado a construção da base, mas já faz quatro meses e não tem um tijolo sequer, apenas propaganda. Em relação a cessão do terreno, destinado ao DISP, também não sabemos do processo de transferência para o Estrado.






Questiono-me, por que os acordos ainda não foram honrados? Onde estão projetos de políticas públicas de prevenção á violência? Que forma de trabalho articulado com as entidades é esta? Os serviços de poda das árvores e requalificação da iluminação por que não são feitos?  Penso que, o sr. Prefeito, sendo um homem de respeito e diálogo, deve tomar as providências e, sente conosco para que, o que foi acordado em conjunto, seja concretizado. Queremos não só a construção da Base da Guarda Municipal, inclusive aparelhada, armada e com condições de coibir o crime; queremos que seja feita a cessão do terreno ao Estado, para a construção o DISP, pois sabemos que já faz parte do orçamento do Estado essa construção, faltando o terreno; queremos todo aparato de Segurança trabalhando em conjunto nos Bancários. Portanto, pedimos que a Prefeitura se manifeste, e atenda as reivindicações dos moradores.



Pe. Marcondes Meneses
(Pároco da Paróquia Menino Jesus de Praga)

Conselho de Segurança dos Bancários

Rotary Bancários

Jejum, prática de conversão e aproximação de Deus

Nós fazemos jejum para nossa conversão interior, para disciplinarmos nosso corpo e vontade

“Acaso o jejum que prefiro não é outro: quebrar as cadeias injustas, desligar as amarras do jugo, tornar livres os que estão detidos, enfim, romper todo tipo de sujeição?” (Is 58, 6)

Um dos elementos fundamentais para vivermos bem a nossa religião, sobretudo as práticas quaresmais, é a vivência do jejum. Há diversas formas de se jejuar, mas o jejum é um elemento religioso que não pode ser ignorado, esquecido ou visto como passado e ultrapassado.
Jejum é vida, é algo místico, faz parte dos preceitos religiosos mais sagrados. É óbvio que ninguém pode viver o jejum no espírito da lei, ninguém pode ver o jejum como se fosse uma competição: “Fiquei tantas horas sem comer!” ou “Eu faço jejum e fico o dia inteiro sem comer nada!”, “Eu só tomo água” ou “Eu só como tal hora”.
Ninguém faz jejum para mostrar ao outro ou provar algo a alguém. Ninguém faz jejum para ficar mais magro ou para ganhar mais saúde, ainda que o jejum tenha seus frutos até para nossa própria saúde. Nós jejuamos para nossa conversão interior, parra disciplinarmos nosso corpo e vontade. Nós fazemos jejum para cultuar a Deus e dizer que Ele é o primeiro em nossa vida. Nós jejuamos, porque isso nos aproxima do Senhor.
Cuidemos para que o jejum não nos torne mais orgulhosos, para que não nos faça melhores que os outros: “Eu jejuo!”. Os fariseus tinham muito disso, jejuavam duas vezes por semana e se sentiam os mais justos e corretos, porque eram os únicos que observavam os preceitos.
O jejum é para quebrar o nosso orgulho e não para levantar a nossa vanglória; para romper com nossas vaidades e não nos tornar envaidecidos com nossas práticas religiosas. Por outro lado, não adianta também jejuarmos e, simplesmente, no dia de jejum, deixamos de comer, fazemos cara feia e demostramos para todo mundo que estamos jejuando.
Como diz a Palavra: “Por acaso é esse o jejum que me agrada?”. Que jejum é esse que nós não somos capazes de romper com cadeias? Que não nos dispomos a romper com as inimizades, com as coisas negativas? Que jejum é esse que não faz com que nos abramos ao perdão e à reconciliação? Há certos demônios que só se expulsam pela oração e pelo jejum. Se não estamos conseguindo romper com a falta de perdão, com rancor, ódio e ressentimento, precisamos, além de oração, aplicar o jejum, para vencermos certos espíritos que atormentam demais a nossa vida.

Deus abençoe você!

O Cristo que seguimos é o Crucificado

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Seguimos o Cristo crucificado, mas que está vivo no meio de nós

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me” (Lucas 9, 23).

Para seguir Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é preciso tê-Lo diante dos nossos olhos; e tê-Lo diante de nós é ter o Crucificado diante do nosso coração, mente e visão.
É bom que você tenha sempre viva, na parede da sua casa, no seu quarto, no carro, no trabalho, onde quer que você vive ou esteja, a imagem do Cristo Jesus crucificado. Não simplesmente para se recordar que Ele morreu na cruz, que deu Sua vida por nós, mas para ter a convicção de que o Cristo que nós seguimos é o Crucificado.
Ele não está mais pregado na cruz, Ele está vivo no meio de nós. Mas o Cristo vivo é o Crucificado, é Aquele que passou, nesta vida, carregando a cruz do sofrimento, da dor, da existência humana, levando sobre Seus ombros e Seu coração todos os dramas existenciais, os dramas do fato de estarmos vivos. Cristo abraçou tudo de todos e carregou sobre si as nossas dores. Quem quiser segui-Lo, primeiro precisa renunciar a si mesmo.
Sabe, irmãos, somos muito cheios de gostos e vontades, não queremos ser contrariados. Mas não vamos conseguir seguir Jesus se formos cheios de “gostinhos” e exigências, querendo que as coisas sejam do nosso jeito. É preciso saber contrariar-se, sofrer as contrariedades; no caminho da vida, é preciso saber ceder para que a vida aconteça.
Só quem renuncia a si mesmo pode pegar sua cruz de cada dia e ir atrás de Jesus. Às vezes, algumas pessoas dizem: “Vou seguir Deus, vou deixar tudo para trás!”. Mas o que é deixar tudo? É abandonar os compromissos, as responsabilidades e obrigações, ignorar que temos de resolver isso ou aquilo? Não! Abrace sua cruz, abrace as situações difíceis e o Senhor as estará abraçando junto com você.
Há cruzes menores ou maiores, mas toda cruz abraçada com amor é árvore da vida; toda cruz abraçada com o coração frutifica, produz mais vida. Abracemos a nossa cruz de cada dia, porque nela está a vida que Deus há de nos dar nova a cada dia.

Deus abençoe você!

Fonte:Canção Nova 

Estejamos sempre atentos aos ensinamentos de Deus

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016



Devemos instruir os nossos para a Palavra de Deus e os ensinamentos deixados pelo Senhor

 “Sê corajoso e porta-te como um homem. Observa os preceitos do Senhor, teu Deus, andando em seus caminhos, observando seus estatutos, seus mandamentos, seus preceitos e seus ensinamentos…” (1Rs 2, 2-3)

 Seja corajoso e porte-se como um homem que observa os preceitos do Senhor Seu Deus; andando em Seus caminhos e observando Seus estatutos, mandamentos, preceitos e ensinamentos.
Acompanhamos a vida de Davi desde quando era um menino; agora, a Palavra de Deus o coloca diante da morte. A velhice já lhe chegou e ele vive os dias finais da sua vida. A maior herança que Davi tem é o Senhor seu Deus, a quem ele serviu acima da suas fraquezas por todos os dias de sua vida.
A herança que Davi tem para deixar para os seus é o Deus a quem ele serviu. É por isso que ele chama, na sua presença, seu filho Salomão. Já sendo tomado pela fraqueza da idade avançada, da doença e enfermidade, Davi diz, com muito firmeza, compaixão e paixão nos olhos e no coração: “Meu filho Salomão, vou lhe ensinar o caminho que você deve seguir por todos os dias, para permanecer na bênção, graça e no caminho da vida. Meu filho, porte-se como homem, seja um homem acima de qualquer coisa”.
Em outras palavras, não seja um moleque, um desvairado, não haja com falta de juízo, mas tenha muito juízo. Acima de tudo, guarde e observe os preceitos, as leis, os mandamentos e os ensinamentos divinos. Não deixe, meu filho, de observar nenhum desses mandamentos e meditar sobre eles nenhum dia da sua vida. A instrução que agora Davi está ensinando ao seu filho Salomão é a instrução da vida e da bênção, a grande herança que um Pai pode deixar para o filho.
Digo a você para instruir seus filhos para o caminho da vida e mostrar-lhes o quanto este Deus é grande e maravilhoso. Não se preocupe em deixar grandes heranças. O que deixar-lhes, então? Deixe Deus, a herança do Senhor, os preceitos do Pai e a lei divina.
É verdade que nós precisamos, primeiro, amar essa lei, os mandamentos e ensinamentos; amar Deus com todo o nosso coração. Se há algo que vamos deixar para os nossos, e precisamos deixar, é justamente esse amor para com o Senhor.
Salomão ouviu com muita atenção o que seu pai lhe disse, e isso foi o que guiou seus passos, seus caminhos por todos os dias de sua vida.
Queridos pais, não deixe de instruir, ensinar e iluminar seus filhos com a luz da Palavra e dos preceitos divinos.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Não percamos o olhar da fé

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

 

Sejamos movidos sempre por esse olhar para que a graça de Deus nos acompanhe todos os dias de nossa vida

“E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. E admirou-se com a falta de fé deles” (Marcos 6,5-6).
 
Jesus, no meio dos Seus, no meio de parentes, conhecidos, familiares, na própria cidade onde foi criado e cresceu, não foi bem aceito, bem recebido. Pelo contrário, foi muito questionado, interrogado.
Duvidaram, queriam saber de onde Ele vinha, de onde tinha a sabedoria ou a capacidade para realizar todos os prodígios. Sabe por quê? Porque os Seus olharam para Jesus apenas de uma forma humana, pois Ele era um deles, e não souberam transpor, não souberam ter um olhar de fé, um olhar místico sobre Aquele que era um deles. Era parente, primo, amigo e assim por diante.
Sabe, meus irmãos, nós, muitas vezes, não sabemos distinguir as coisas. Muitas vezes, temos o pai como camarada, o padre como amigo, o “fulano” como alguém já muito íntimo nosso e, às vezes, a liberdade é tão grande que não sabemos distinguir o natural do sobrenatural. A mãe é a mãe por graça, e toda mãe tem uma graça sobrenatural. O pai é o “paizão”, o amigo, pode até ter muitos defeitos, problemas, mas ele tem uma graça sobrenatural de ser pai.
Se eu for falar de cada consagrado, de cada padre, irmão, irmã religiosa… Se eu for falar de cada homem, cada mulher de Deus, de cada pessoa na função que ocupa, vemos que, às vezes, olhamos apenas a aparência humana. Foi dessa forma que olharam para Jesus, e porque olharam para Ele apenas dessa forma, não puderam tocar no essencial que Ele tinha.
A graça, o reino de Deus que se manifestava, passava por Ele e por Ele veio até nós. Eram racionais demais, questionadores demais, por isso, ali, Jesus não pôde fazer praticamente milagre nenhum. Apenas alguns enfermos foram tocados pela Sua graça, e causou espanto em Jesus a falta de fé deles.
Nós podemos ser muito próximos da Igreja, das pessoas da Igreja, do Papa, do padre, do bispo, isso não é problema! O problema é quando vivemos apenas a relação da amizade humana e não sabemos buscar a essência divina naquilo que fazemos.
Não deixe que o grupo de oração se transforme apenas em um grupo de amizade. Não deixe que as suas relações de Igreja sejam apenas relações amistosas para convivência e coisas parecidas. Permita que os encontros sejam verdadeiros encontros com Deus e com Sua graça, senão, daqui a pouco, iremos olhar a fé apenas de uma forma humana e não sobrenatural. E quando não olhamos mais o sobrenatural, nós não captamos, não tocamos e não somos tocados pela graça que vem de Deus.
Não acho que ninguém é melhor do que ninguém, mas quando sei transpor as coisas, absorvo o melhor que a pessoa tem. Quando eu sei respeitar meu pai, minha mãe, sendo grande amigo deles, eu sei captar a graça que eles podem transpor para a minha vida.
Que nós não percamos o olhar da fé, mas sejamos movidos sempre por esse olhar, para que a graça de Deus nos acompanhe por todos os dias de nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Entreguemos nossos filhos aos cuidados do Senhor

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

 

Se nós quisermos famílias abençoadas, precisaremos fazer da entrega e consagração um ato constante em nossa vida

“Maria e José levaram Jesus a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor” (Lucas 2,22).

     O Menino Jesus tinha apenas 40 dias quando Seus pais O levaram ao templo. Para cumprir a lei, a prescrição judaica, Ele foi apresentado e consagrado ao Senhor.
Essa é a tarefa de um pai, de uma mãe, que vão não somente cumprir uma lei, uma prescrição, mas, de fato, entregar o Menino a Deus para que o Senhor conduza Seus caminhos. Isso fazia parte da tradição judaica.
      Permita-me dizer: parece que levamos nossas crianças para serem batizadas, consagradas a Deus por causa da tradição. No entanto, não podemos fazer do batismo apenas uma questão de preceito, mas sim uma entrega de vida, a entrega de nossos filhos, de nossas crianças, para que sejam de fato consagrados a Deus. É preciso que eles sejam apresentados ao Senhor todos os dias de nossa vida.
          O batismo é uma ocasião por excelência, é um sacramento. Como seria bom se cada um dos nossos pais, cada um dos padrinhos escolhidos, fizessem isso com tanto amor, reverência e o fizessem realmente em espírito de oração! Que não se preocupassem tanto com o bolo, a festa e recepção, mas sim com a graça do sacramento.
Eu digo mais: como seria bom se as mães, que esperam a criança em seu ventre, juntamente com os pais, colocassem a mão na barriga e consagrassem seu filho a Deus! Entregue seus filhos ao Senhor!
Quando eu digo para consagrarmos os nossos a Deus, não é porque eles precisam ser padres ou freiras – oxalá os que forem chamados, escolhidos, que assim o sejam! –, mas o mais importante é que eles sejam de Deus.
É muito importante que os nossos filhos, assim como Jesus, cresçam e se fortaleçam na sabedoria e na graça de Deus. Para crescer em sabedoria, fortaleza e graça, é preciso estar, todos os dias, na presença do Senhor. Você quer consagrar sua casa, seus filhos a Deus? Em primeiro lugar, tenham o costume de orar juntos. Desde pequenos, acostume seus filhos à oração. Que não seja uma oração pesada, enfadonha, mas sim um momento abençoado, único.
Você quer consagrar sua família a Deus? Que ela se lembre, pelo menos, de rezar em torno da mesa. Quantas vezes os nossos comem de qualquer jeito, não fazem sequer o sinal da cruz. Se nós queremos famílias abençoadas e consagradas, precisamos fazer da entrega e consagração um ato constante em nossa vida.
Precisamos trazer Deus para dentro de nossa casa. Sabe pai, sabe mãe, criar filhos, nos dias de hoje, não é fácil. Talvez seja a tarefa mais difícil da humanidade, mais difícil até que encontrar a cura para tantas doenças. Não é uma tarefa impossível, mas se com Deus já é difícil, sem Ele é praticamente impossível.
Entreguemos nossos filhos aos cuidados do Senhor!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Testemunhemos o amor de Deus por nós

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Não deixemos de ser testemunhas do amor de Deus, da libertação e restauração que Ele opera em nossas vidas

“Jesus lhe dizia: ‘Espírito impuro, sai desse homem!’” (Marcos 5, 8).
 
Olhando a cena do Evangelho de hoje, no início parece até um filme de terror, porque são tantos acontecimentos fortes, violentos que vem à nossa imagem. Saindo da barca, Jesus encontrou um homem possuído por espírito impuro que vivia dia e noite num cemitério. Lá, ele vivia atormentado, gritando, ninguém conseguia segurá-lo e amarrá-lo; ele vivia no meio dos túmulos.
Jesus foi movido por uma profunda compaixão e, ao aproximar-se desse homem, os espíritos começaram a gritar: “Saia daqui! Afaste-se de nós, Jesus de Nazaré! Sabemos quem tu és”.
Os espíritos impuros sacodem nossa alma, tiram nossa liberdade e paz interior, deixam-nos agitados, nervosos, preocupados e tensos. Esses espíritos sabem quem é Jesus, por isso a agitação se torna maior.
Muitas vezes, quando estamos muito atormentados e queremos nos aproximar de Deus, há uma certa compulsão ou repulsão interior para não aceitar, não acolher a graça, porque sabemos que quando a graça vem, ela ferve e coloca para fora o espírito mau e  impuro que está agitando e sacudindo nossa vida.
Permita-me dizer ao seu coração: deixe Jesus sacudir os espíritos impuros, colocar para fora aquilo que vive o atormentando, tirando sua paz interior, aquilo que não lhe deixa dormir e ter paz.
A ação libertadora de Jesus, na vida desse homem, foi tão profunda, que a paz interior começou a habitar em seu coração e ele desejava segui-Lo. Jesus disse: “Vai testemunhar! Volta para a sua casa, para sua família e testemunha aos seus o que te aconteceu!”.
Sabe, meus irmãos, muitas vezes  queremos seguir Jesus. Alguns de nós podem até segui-Lo de perto, fazer parte de alguma companhia de pesca, mas o maior seguimento de Nosso Senhor é testemunhar para o mundo aquilo que Jesus fez e faz em nossa vida!
Não deixemos de ser testemunhas do amor de Deus, da libertação e restauração que Ele opera em nossas vidas. Deixemos que realmente isso aconteça dentro de nós. Não basta irmos atrás de Jesus se não O deixamos entrar em nós e nos libertar de tudo que nos aprisiona neste mundo.
Precisamos testemunhar, em nossa casa, em nossa família e por onde andamos, que Deus é maior em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Cultivemos a semente do Reino em nosso coração

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A semente do Reino chega com força em nosso coração, mas precisa ser regada, cultivada, cuidada e tratada

“O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece” (Marcos 6, 26-27).

A sabedoria divina ensina-nos a olhar os fatos, os acontecimentos dos tempos e da vida, aprender a lidar com a nossa natureza humana. É por isso que Jesus usa de muitas parábolas para explicar, por meio da vida e da natureza, como o Reino de Deus se manifesta entre nós e como devemos proceder em nossa vida.
O Reino de Deus não acontece de forma ostensiva, ninguém se converte da noite para o dia, ninguém muda de vida de uma hora para outra. Há um momento em que a semente do Reino chega com força em nosso coração, mas ela precisa ser regada, cultivada, cuidada e tratada. E vai crescer ao seu tempo, vai florescer e dar seus frutos.
É preciso saber que tudo tem o tempo de espera e paciência. Imagine a criança que sai do ventre de sua mãe, tão pequena e frágil, e um dia se tornará um grande homem ou uma grande mulher. Que dedicação é preciso ter para cuidar a cada dia, alimentar a cada momento, esperar o tempo! Ele (o bebê) não anda, mas vai andar; não fala, mas vai aprender. Tudo tem seu tempo, tudo é cuidado para que no tempo os frutos aconteçam.
Sabe, muitas vezes, em nossas comunidades e igrejas, queremos que o recém convertido, que conheceu Jesus ontem, fale a todos, seja um modelo. Calma! Ele está conhecendo Jesus. O tempo e a paciência vão ajudar que ele floresça.
Todos nós passaremos por mudanças, sejam elas pequenas ou grandes; se soubermos passar por elas, vamos amadurecer e ser árvores frutíferas no Reino de Deus!
Olhai para árvores que estão ao nosso lado, elas passam pelo inverno, pela secura do verão e do outono, pela beleza da primavera. As árvores enfrentam tempestades, excessos e vigores da natureza, para se tornarem árvores grandes e frondosas.
Assim é a vida, o Reino de Deus cultivado com paciência e espera; ao seu tempo, ele dará frutos. Que saibamos viver cada tempo, esperar e, no Reino de Deus, evitar a ansiedade de querer tudo pronto, que tudo aconteça. Nosso papel é deixar a semente ser semeada, para que, no seu tempo, ela dê seus frutos.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Usemos a misericórdia para medir o próximo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016


 

A misericórdia do Senhor está sempre à frente, porque Ele conhece nossas misérias, mazelas e fraquezas

“Prestai atenção no que ouvis: com a mesma medida com que medirdes, também vós sereis medidos” (Marcos 4, 24).

Amados irmãos e irmãs, a Palavra de Deus, que penetra nossos corações, chama bastante atenção para as medidas que usamos na vida. Sabemos que todos nós costumamos medir uns aos outros; gostamos de comparar, tachar, julgar e analisar.
Todos somos críticos e temos ponderações a fazer de tudo e todos. Aliás, existem pessoas que passam o dia todo medindo a vida dos outros. Não vou dizer que vivem fofocando ou falando mal, mas vivem na medição. Medem, comentam, analisam e criticam o comportamento do outro e o que ele fala.
É fácil falar da vida dos outros, o difícil é colocar-se no lugar dele e assumir sua vida. É muito simples olharmos com nosso olhar crítico, cheios de comentários, e não sermos capazes de nos colocar no lugar do outro.
Precisamos de uma justa medida sempre que formos falar da vida de alguém; e quem nos deu a justa medida foi o próprio Deus, pois Ele nos mede com Sua justiça e misericórdia.
A misericórdia do Senhor está sempre à frente, porque Ele conhece nossas misérias, mazelas e fraquezas. Por isso, Deus nos mede com uma misericórdia profunda e imensa! É pena que, mesmo sendo medidos com a misericórdia do Senhor, não sabemos medir uns aos outros da mesma forma. Somos muito duros e exigentes, o outro não pode errar conosco; mas nós podemos falhar, errar, ter nossas fraquezas e sempre dar desculpas para o que fazemos.
Permita-me dizer: precisamos aprender a ser justos de verdade, porque, muitas vezes, ao querer ser justos, somos muito justiceiros, queremos a justiça a todo preço, mas não somos capazes de fazer justiça com nós mesmos. Vamos olhar profundamente, verdadeiramente, perceber os erros que os outros cometem. Vamos também perceber que nós cometemos erros piores e maiores, mas não nos enxergamos, não percebemos nossas falhas; por esse motivo, cometemos falhas grosseiras.
Use a boa medida, use a misericórdia divina com o outro, pois é com ela que Deus nos medirá um dia!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Papa convida fiéis a serem mediadores de misericórdia

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Na catequese de hoje, Papa falou da misericórdia de Deus que acompanha o povo, chamado a ser mediador dessa misericórdia através de obras Papa fala da misericórdia divina ao longo da história da humanidade / Foto: Reprodução CTV
Papa fala da misericórdia divina ao longo da história da humanidade / Foto: Reprodução CTV

A misericórdia de Deus não é indiferente ao sofrimento alheio e age para salvar a humanidade, ensinou o Papa Francisco na audiência geral desta quarta-feira, 27, na Praça São Pedro. O Santo Padre segue no ciclo de catequeses sobre a misericórdia na perspectiva bíblica.
Francisco lembrou que, na Sagrada Escritura, a misericórdia está presente em toda a história do povo de Israel. Um exemplo é quando Deus ouviu o gemido desse povo que sofria com a escravidão no Egito. Deus não é indiferente a esse sofrimento; da mesma forma, a misericórdia não pode ser indiferente diante da dor dos oprimidos.
“Deus escuta e intervém para salvar, suscitando homens capazes de ouvir o gemido do sofrimento e de trabalhar em favor dos oprimidos”. Como mediador da libertação para o seu povo, Deus enviou Moisés e o guia no caminho para a liberdade. O próprio Moisés, quando criança, foi salvo da morte pela misericórdia de Deus nas águas do rio Nilo, lembrou o Papa,e depois se torna mediador daquela mesma misericórdia.
Nesse Ano da Misericórdia, explicou Francisco, todos são convidados a fazer este trabalho de ser mediadores de misericórdia através das obras de misericórdia, aproximando-se dos outros, dando alívio aos que sofrem e promovendo a unidade.
O Santo Padre também lembrou que a misericórdia torna o homem precioso para Deus, uma riqueza pessoal que lhe pertence. “Se nós somos filhos de Deus, temos a possibilidade de ter essa herança, da bondade e da misericórdia, no confronto com os outros. Peçamos ao Senhor que nesse Ano da Misericórdia, também nós façamos obras de misericórdia, abramos o nosso coração para chegar a todos com as obras de misericórdia que é a herança misericordiosa que Deus Pai teve conosco”.

Que a Palavra produza bons frutos em nosso coração

Precisamos ter sede de ouvir a Palavra, para que ela, como boa semente, caía em nossos corações e produza muitos frutos

“Aqueles que recebem a semente em terreno bom são os que ouvem a Palavra, a recebem e dão fruto; um dá trinta, outro sessenta e outro cem por um” (Marcos 4, 20).
A Palavra de Deus é semeada em nossos corações e nós a ouvimos em todos os lugares que queremos ou que nos fazemos presente. Para que essa Palavra seja anunciada, vamos à igreja, aos grupos de oração e encontros; ouvimos, pelas redes sociais, pela rádio e até mesmo abrindo um site. É a Palavra de Deus semeada que vem ao nosso encontro. E como precisamos ter sede de ouvir-la! Como precisamos ser sedentos para que ela, como boa semente, caía em nossos corações e produza muitos frutos!
Nós precisamos estar atentos aos inimigos da Palavra, e o primeiro inimigo se chama distração. Nós ouvimos a Palavra de Deus, gostamos dela, mas somos muito distraídos; então, a primeira tentação que vem é a preocupação que nos desvia o pensamento até quando estamos na igreja sentadinhos. Muitas vezes, saímos de uma Missa até sem saber o Evangelho que foi proclamado, não abrimos o nosso coração para que a Palavra produza frutos em nós.
Precisamos ser firmes com o que nos distrai. A igreja não é lugar para prestarmos atenção em outras coisas, para mexermos no celular, para brincarmos com as crianças, fazermos ruídos ou barulhos, porque tudo é distração que rouba a força da Palavra de Deus em nosso coração.
Por outro lado, a Palavra que cai em nosso coração chega com força, mas se o nosso terreno ou o nossocoração é pedregoso, começa a brotar e logo a Palavra vai sumir, porque não temos constância, somos inconstantes às tribulações, às perseguições e elas, com força, tiram a Palavra de Deus do nosso coração. Basta um sofrimento que atormente demais a nossa vida e damos mais ouvido ao sofrimento, ao problema, à preocupação do que a Palavra de Deus.
Outro inimigo que vem com muita força sufocar a Palavra de Deus em nós são as preocupações do mundo, a ilusão da riqueza e os desejos da alma. Gostamos da Palavra de Deus, achamos verdadeira e quanta coisa vem nos sufocar, gerar preocupações em nós e fazer com que nosso coração se deslumbre com riquezas, com prazeres, e a Palavra de Deus fica diluída, sufocada em nosso coração.
Que possamos abrir nosso coração para que seja inteiro, constante e firme, para que ela, caída e semeada em nós, produza muitos frutos!
Deus abençoe você!

Mensagem para Quaresma: sair da alienação existencial, pede Papa

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Na mensagem para a Quaresma 2016, Papa convida a sair da alienação existencial e praticar obras de misericórdia





A Quaresma deste Ano Jubilar é tempo favorável para sair da alienação existencial, diz o Papa Francisco em sua mensagem para o tempo quaresmal. O texto foi publicado nesta terça-feira, 26, pelo Vaticano.
O tema central da mensagem do Papa é a misericórdia, um mistério que se desvenda ao longo da história da aliança entre Deus e o povo de Israel, explica Francisco. Deus sempre se mostra rico em misericórdia, um amor que encontra seu ponto alto em Jesus, a misericórdia encarnada.
Acesse


“Em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d’Ele”, escreve o Papa. Ele também recorda que a misericórdia de Deus transforma o coração do homem; ao experimentar um amor fiel, também o homem torna-se capaz de misericórdia.
Durante o Jubileu da Misericórdia, Francisco pede que as pessoas reflitam sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual, que são os atos concretos e cotidianos para ajudar o próximo. “Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”.

O delírio da onipotência

Francisco observa ainda na mensagem que, diante do amor de Deus, fica evidente que a pessoa mais miserável é aquela que não se reconhece como tal. São pessoas que se acham ricas, mas não colocam a riqueza a serviço de Deus e dos outros, acabam tomadas pelo delírio da onipotência.
“Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar”.
Com essas reflexões, o convite do Santo Padre nessa Quaresma, no Ano da Misericórdia, é que cada pessoa possa sair da sua alienação existencial e praticar as obras de misericórdia, tanto corporais quanto espirituais. É no amor de Deus, enfatiza o Papa, que está a resposta à sede de felicidade que o homem tem a ilusão de poder saciar com os ídolos do poder.
“Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez, confessando-Se a humilde serva do Senhor”.

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