Papa vai a ótica no centro de Roma e surpreende turistas

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Acompanhado somente do motorista, Papa Francisco foi até uma ótica no centro da cidade para comprar um par de óculos nesta quinta-feira

Rádio Vaticano
Papa Francisco em uma Ótica no centro de Roma / Foto: Instagram do Vaticano

Repercutiu na mídia e nas redes sociais a visita que o Papa Francisco fez na tarde desta quinta-feira, 3, a uma ótica no centro de Roma para trocar os seus óculos. O Papa tem hipermetropia e presbiopia.
Assim que chegou de carro, acompanhando somente pelo motorista, imediatamente uma multidão se formou do lado de fora da loja. Francisco foi acolhido pelo proprietário, Alessandro Spiezia, ao qual teria dito: “Não quero uma nova armação, só é preciso refazer as lentes”. Depois teria acrescentado: “Alessandro, faça-me pegar o que é devido”.
Após cerca de 40 minutos, o Pontífice deixou a ótica e regressou ao Vaticano. Minutos depois, fotos e vídeos da visita-surpresa já circulavam pela internet.

Fonte: Canção Nova

Morder a língua antes de falar mal dos outros, diz Papa

Na homilia desta sexta-feira, 04, o Papa falou sobre como o cristão deve ser pacificador e reconciliador

Da redação, com Radio Vaticano

O Papa iniciou suas atividades esta sexta-feira, 04, celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta. Em sua homilia, o Pontífice comentou as leituras do dia, em que São Paulo mostra a identidade de Jesus, o próprio Deus, a quem o Pai enviou para reconciliar e pacificar a humanidade depois do pecado.
Francisco lembrou que a paz é obra de Jesus, d’Ele que se rebaixou para obedecer até a morte, e morte de cruz. O Papa reforçou que a exemplo de Jesus, também se deve buscar a paz e a reconciliação nas pequenas situações do dia a dia. “A nossa tarefa em meio às notícias de guerras, de ódio, inclusive nas famílias, é ser homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.
O Papa também levou os fiéis a refletir que os cristãos são chamados a pacificar: “Eu semeio paz? Por exemplo, com a minha língua, semeio paz ou semeio intriga? Quantas vezes ouvimos dizer de uma pessoa: ‘Mas tem uma língua de serpente!’, porque sempre faz o que a serpente fez com Adão e Eva, destruiu a paz. E isto é um mal, esta é uma doença na nossa Igreja: semear a divisão, semear o ódio, não semear a paz. Mas esta é uma pergunta que nos fará bem fazê-la todos os dias: ‘Hoje eu semeei paz ou semeei intriga?’.”
Francisco ainda completou: “Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa senão reconciliar e pacificar, ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa! Mas devemos crescer nisto, devemos nos converter: jamais dizer uma palavra que seja para dividir; jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras; jamais mexericos. Eu penso: o que são as fofocas? É nada? (…) Não! Fofocar é terrorismo, porque quem fofoca é como um terrorista que joga a bomba e vai embora, destrói: destrói com a língua, não promove a paz. Mas é esperto, pois não é um terrorista suicida, ele se protege bem”.
O Papa Francisco, então, fez uma exortação: “Todas as vezes que me vier à boca a vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro… devo morder a língua!”
E então, o Pontífice fez uma oração final: “Senhor, tu que deste a tua vida, dá-me a graça de pacificar, de reconciliar. Tu derramastes o teu sangue, mas que eu não me importe de a minha língua inchar um pouco se mordê-la antes de falar mal dos outros”.

Fonte: Canção Nova

Por que dedicar um mês à Bíblia?

No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes.
Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte.
São Jerônimo levou cerca de trinta e cinco anos fazendo essa tradução nas grutas de Belém, vivendo a oração e a penitência ao lado da gruta onde Jesus nasceu. O santo disse que “desconhecer as Escrituras é desconhecer o próprio Cristo”. Ele nos deixou um legado de grande amor às Sagradas Escrituras. E possuía grande cultura literária e bíblica, sabia grego, latim e hebraico.
Por que dedicar um mês à Bíblia
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

A Sagrada Escritura é alimento para a nossa alma e fonte de vida. Jesus conhecia profundamente a Bíblia. Mais do que isso: Ele a amava e se guiava por suas palavras. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra o Senhor, Ele o rebateu com as palavras da Escritura. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).
Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus lhe respondeu: “Não provocareis o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando satanás tentou fazer com que Cristo o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Temerás o Senhor, teu Deus, prestar-lhe-ás o teu culto e só jurarás pelo seu nome” (Dt 6,13). O demônio foi vencido e se afastou, porque não tem poder diante da Palavra de Deus.
Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).
A importância do mês da Bíblia é que o povo brasileiro a conheça melhor e seja motivado a estudá-la com mais profundidade, uma vez que não é fácil compreendê-la, especialmente o Antigo Testamento. A Bíblia não é um livro de ciência, mas sim de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, culturais, econômicos, entre outros. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6c), disse São Paulo.
Portanto, para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se, antes de tudo, o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Mas é preciso também estudá-la, fazer um curso bíblico, entre outros.
A Carta aos Hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma A carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

“Vossos preceitos são minhas delícias. Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24) “O único consolo em minha aflição É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50) “Quão saborosas são para mim vossas palavras, mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103) “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. 
E uma luz em meu caminho.” (v. 105) “Encontro minha alegria na vossa palavra, Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.
Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).
A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).
Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.
O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência. Tudo isso para que possamos dizer como o salmista, no Salmo 118:

“Vossos preceitos são minhas delícias. Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24) “O único consolo em minha aflição É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50) “Quão saborosas são para mim vossas palavras, mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103) “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. 
E uma luz em meu caminho.” (v. 105) “Encontro minha alegria na vossa palavra, Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)

Fonte: Canção Nova

Lancemos nossas redes no coração de Deus

quinta-feira, 3 de setembro de 2015



Lancemos nossas redes no coração de Deus. O mar de Deus é imenso e cheio de graças e bênçãos, sabemos que existem riquezas maravilhosas para serem buscadas no coração d’Ele.

Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lucas 5, 4).

O convite que Jesus dirige, hoje, a Simão Pedro é o mesmo que deseja fazer a nós. O primeiro deles é avançar para águas mais profundas. Pense em alguém que está de frente para o mar, para o rio, para as águas. Os peixes precisam do mar e vão mais adiante, mas nós ficamos apenas na superfície, na beirada, não somos capazes de avançar e ir mais adiante.
Na vida em Deus e na vida espiritual isso acontece muito conosco também; nós sabemos que o mar de Deus é imenso e cheio de graças e bênçãos, sabemos que existem riquezas maravilhosas para serem buscadas no coração d’Ele, mas às vezes ficamos somente na superfície, olhando, contemplando, acreditando, sabendo que tem, mas não avançamos para buscar, para ir ao encontro, não damos um passo mais adiante para podermos mergulhar nas profundezas de Deus.
O convite de Jesus, hoje, ao nosso coração é para avançarmos! Deus não quer nenhum de nós na superfície, pode ser que tenhamos medo, que não queiramos nos comprometer, pode ser que digamos: ‘Está bom! Fico por aqui mesmo!’, mas permita-me dizer ao seu coração: vamos viver uma fé muito rasa.
A fé rasa tende a se esgotar, a perder o sabor, o gosto e pode não ser resistente às necessidades mais profundas da nossa vida e do nosso coração. Por isso, se faz necessário avançar e ir mais adiante.
O segundo passo: lançar as redes para pescar. Precisamos lançar as redes no coração de Deus; as redes da nossa fé, da nossa evangelização, da nossa missão. Porque, não é avançar simplesmente para contemplar, mas é avançar para conquistar, para se aprofundar na graça, para lançar as redes e não pararmos no ponto em que estamos.
Esquecemos, muitas vezes, que precisamos de aprofundamento, de avivamento, de revigoramento e paramos nas superfícies da vida. Isso vale para a fé, para os relacionamentos, para a vida conjugal, vale para tantas situações da nossa vida onde simplesmente paramos na superfície.
Já deu para ver, no ponto em que estamos, que não dá para levar uma vida superficial. É necessário avançar, viver com seriedade, profundidade e intensidade aquilo que somos chamados a viver!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sorriso de família é capaz de vencer falta de amor, diz Papa

 
Na catequese, o Papa Francisco disse que as cidades estão desertificadas pela falta de amor e que o sorriso de uma família é capaz de vencer esta desertificação

Da redação, com Rádio Vaticano

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 2, o Papa Francisco apresentou uma de suas últimas reflexões no contexto das catequeses sobre a evangelização na família, com ênfase em um aspecto particular.
“Voltemos nosso olhar sobre o modo com o qual a família vive a responsabilidade de comunicar a fé, de transmitir a fé, seja ao interno dela ou ao externo”, destacou. O Papa recorda que, quando Jesus afirma o primado da fé em Deus, não encontra uma comparação mais significativa para expressar essa vivência do que a afetividade em família.
“Estes laços familiares, dentro da experiência de fé e do amor de Deus, são transformados, são ‘preenchidos’ de um sentido maior e são capazes de ir além deles mesmos para criar uma paternidade e uma maternidade mais amplos, e para acolher como irmãos e irmãs também aqueles que estão à margem de qualquer vínculo”, refletiu.

A gramática da família

Neste contexto, o Papa lembrou do trecho do evangelho de Marcos no qual Jesus responde, apontando para seus discípulos, que ali está sua mãe e seus irmãos e não do lado de fora.
“A sabedoria dos laços que não se compram e não se vendem é o dom principal da família. Em família, aprendemos a crescer naquela atmosfera dos laços. A gramática se aprende no seio da família, caso contrário é bem difícil aprendê-la. É justamente esta a linguagem por meio da qual Deus se faz compreender por todos”, sublinhou.
Ao afirmar que a difusão de um estilo familiar nas relações humanas é uma benção para os povos por trazer outra vez a esperança para a Terra, o Papa reforçou um convite especial.
“O chamado a colocar os laços familiares no âmbito da obediência da fé a da aliança com o Senhor não os mortifica; ao contrário, os protege, os desvincula do egoísmo, os cuida do degrado, os coloca a salvo para a vida que não morre”.
O Santo Padre acrescentou dizendo que quando os laços familiares se deixam converter ao testemunho do Evangelho, se tornam capazes de coisas impensáveis, que fazem tocar com as mãos as obras que Deus realiza na história, como aquelas que Jesus fez para os homens, as mulheres que as crianças que encontrou.

O agir de Deus

Ao recordar o mistério da ação de Deus neste mundo, Francisco elevou dois aspectos importantes nos quais os homens se relevam instrumentos de amor.
“Um só sorriso milagrosamente saído do desespero de uma criança abandonada, que recomeça a viver, nos explica o agir de Deus no mundo mais do que mil tratados teológicos. Um só homem e uma só mulher, capazes de arriscar e de se sacrificar pelo filho do outro, e não somente pelo próprio, nos explicam coisas do amor que muitos cientistas não compreendem mais”, disse o Papa.

Protagonismo da família

O Papa “animou” para que a família seja restituída, a partir da Igreja, o protagonismo de poder responder ao chamado de Jesus e ser maestra do mundo com base na aliança do homem e da mulher com Deus.
“Pensemos ao desenrolar deste testemunho, hoje. Imaginemos que o leme da história (da sociedade, economia, política) seja entregue, finalmente, à aliança do homem e da mulher, para que o governem com o olhar voltado às gerações futuras. Os temas da terra e da casa, da economia e do trabalho, tocariam uma música muito diferente”, idealizou o Pontífice.
Desertificação da sociedade
Francisco concluiu sua catequese com uma apelo à vida em comunidade ao afirmar que a aliança da família com Deus é chamada hoje a contrastar a desertificação comunitária da cidade moderna.
“As nossas cidades estão desertificadas pela falta de amor, pela falta de sorriso. Tanta diversão, tantas coisas para perder tempo e rir, mas o amor falta. O sorriso de uma família é capaz de vencer esta desertificação. Esta é a vitória do amor, da família”, disse.
Ao retomar a catequese, o Papa disse: “Nenhuma engenharia econômica e política é capaz de substituir esta contribuição das famílias (…) Devemos sair das torres e dos quartos blindados das elites para voltar a frequentar as casas e os espaços abertos das multidões”.
E finalizou: “Rezem por mim, rezemos uns pelos outros, para que sejamos capazes de reconhecer e apoiar as visitas de Deus. O Espírito trará uma bagunça saudável às famílias cristãs, e a cidade do homem sairá de sua depressão”.

Apelo pela paz

Ao final da Audiência geral, o Papa fez um apelo pela paz ao recordar que, nestes dias, também o Extremo Oriente recorda o fim da Segunda Guerra Mundial. Ao renovar suas fervorosas orações ao Senhor para que, por intercessão de Nossa Senhora, o mundo de hoje não precise mais experimentar os horrores e os assustadores sofrimentos de tais tragédias, o Papa reiterou o pedido de seus predecessores: “Guerra nunca mais”.

Fonte: Canção Nova

Papa explica como receber indulgência

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

 
 No Ano Jubilar, Francisco permitiu que todos os padres absolvam o pecado do aborto; até então somente os Bispos, ou o padre que eles autorizassem, podiam fazê-lo.

Rádio Vaticano

O Papa Francisco enviou, nesta terça-feira, 1, uma carta ao Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Arcebispo Rino Fisichella, responsável pela organização do Jubileu da Misericórdia, na qual descreve as diversas formas em que será possível obter indulgências durante o Ano Santo, entre 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016.
A mensagem traz as reflexões sobre alguns pontos que o Papa considera importantes para que a celebração do Ano Santo seja “um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus”.
Acesse .: Todas as notícias sobre o Jubileu da Misericórdia
“Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, que vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido”, refletiu o Pontífice.
Peregrinação
Para viver e obter a indulgência, os fieis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão.
“Estabeleço, igualmente, que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia”, recordou o Papa.
“Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro”, acrescentou Francisco.
Enfermos
Sobre aqueles que, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até à Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa, o Papa garantiu:
É preciso “viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive por meio dos vários meios de comunicação – que será para eles o modo de obter a indulgência jubilar”, afirmou o Papa.
Presos
“O Jubileu constituiu sempre a oportunidade de uma grande anistia, destinada a envolver muitas pessoas que, mesmo merecedoras de punição, todavia tomaram consciência da injustiça perpetrada e desejam sinceramente inserir-se de novo na sociedade, oferecendo o seu contributo honesto”, destacou o Pontífice.
E fez um pedido: “A todos eles chegue concretamente a misericórdia do Pai que quer estar próximo de quem mais necessita do seu perdão”.
O Papa destacou ainda que os presos “poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade”.
Misericórdia
Ao recordar seu pedido para que “a Igreja redescubra neste tempo jubilar a riqueza contida nas obras de misericórdia corporais e espirituais”, o Papa recordou que a experiência da misericórdia torna-se visível no testemunho de sinais concretos como o próprio Jesus nos ensinou”.
“Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá, sem dúvida, a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade”.
Falecidos
O Papa explicou ainda que a indulgência jubilar poderá ser obtida também para quantos faleceram.
“A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim”.
Remetendo ao seu magistério apresentado na Encíclica Laudato si, Francisco recordou que um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida: “uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida”.
Aborto
Nesse contexto caótico, Francisco afirmou que “o drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer”.
O Papa dedicou atenção especial às mulheres que recorreram ao aborto. “Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa”.
O que aconteceu é profundamente injusto – sublinhou o Papa – “contudo somente a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai”.
Absolvição do pecado do aborto
Também por este motivo – destacou o Pontífice – “decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado”.
Ao estender a absolvição do aborto a todos os sacerdotes, o Papa recomendou: “os sacerdotes devem se preparar para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença”.
Fraternidade São Pio X
Em suas últimas considerações, o Papa dirigiu um pensamento aos fieis que “por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X”.
“Este Ano Jubilar da Misericórdia não exclui ninguém”, – assegurou o Pontífice. “De diversas partes, alguns irmãos Bispos referiram-me acerca da sua boa fé e prática sacramental, porém unida à dificuldade de viver uma condição pastoralmente árdua”, explicou.
“Confio que no futuro próximo se possam encontrar soluções para recuperar a plena comunhão com os sacerdotes e os superiores da Fraternidade”, auspiciou Francisco.
“Entretanto, movido pela exigência de corresponder ao bem destes fieis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados”.
O Papa encerrou sua mensagem “confiando na intercessão da Mãe da Misericórdia, recomendo à sua proteção a preparação deste Jubileu Extraordinário”.

Fonte: Canção Nova

Confortem-se uns aos outros com obras e palavras boas, diz Papa

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Na homilia, o Papa Francisco pede para que todos se consolem e ajudem uns aos outros; ele afirma ainda que é justamente a consolação que dá esperança

Da redação, com Rádio Vaticano
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O Papa Francisco retomou a celebração da Santa Missa na Casa Santa Marta
Foto: L’Osservatore Romano

Após a pausa do verão europeu, o Papa Francisco retomou nesta terça-feira, 1º,  a celebração da Santa Missa na Casa Santa Marta. O Pontífice iniciou sua reflexão dizendo que “a esperança do encontro final com Cristo é reforçada entre os cristãos graças ao consolo mútuo em Jesus, feito de boas obras e boas palavras e não de fofocas”.
O Papa meditou o trecho da carta de São Paulo que fala sobre o comportamento da antiga comunidade de Tessalônica. Uma comunidade inquieta, que se questionava e perguntava ao Apóstolo como e quando seria o retorno de Cristo, qual o destino dos mortos e à qual era preciso dizer: “Quem não trabalha, não come”.

Fofocas não confortam

O Pontífice observa que São Paulo afirma que o “dia do Senhor” chegará improvisadamente como um ladrão, mas que Jesus trará a salvação a quem acredita n’Ele. “Consolem-se mutuamente e ajudem-se uns aos outros. É justamente a consolação que dá esperança”, reitera.
“Este é o conselho: consolem-se. Consolem-se mutuamente. Falar disso: mas eu me pergunto: nós falamos disso, que o Senhor virá, que nós o encontraremos? Ou falamos de tantas coisas, também de teologias, de coisas de Igreja? De padres, irmãs, monsenhores, tudo isso? E o nosso consolo, é esta esperança? Consolem-se mutuamente. Consolem-se em comunidade. Nas nossas comunidades, nas nossas paróquias se fala disso, que estamos à espera do Senhor que virá, ou se fofoca disso, daquele, daquela, para passar um pouco o tempo e não se aborrecer muito?.”

O julgamento e o abraço

O Papa acrescenta dizendo que no salmo responsorial todos repetem: ‘Estou certo de contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos’. Mas será que tem a certeza de contemplar o Senhor? “O exemplo a seguir é o de Jó, que, apesar de suas desventuras afirmava decidido: eu sei que Deus está vivo e vou vê-lo, e vou vê-lo com estes olhos”.
“É verdade, Ele virá para julgar e quando vamos à Sistina vemos a bonita cena do Juízo Final. Mas pensemos também que ele virá me ver para que eu O veja com meus próprios olhos, O abrace e esteja sempre com Ele. Esta é a esperança que o Apóstolo Pedro nos diz para explicar com a nossa vida aos outros, para dar testemunho da esperança. Este é o verdadeiro conforto, esta é a verdadeira certeza.

O conforto de boas palavras e obras

Como São Paulo aos cristãos de ontem, o Papa Francisco recorda o conselho para aqueles da Igreja contemporânea: “confortem-se uns aos outros com as boas obras e se ajudem uns aos outros. E assim vamos para frente”.
“Peçamos ao Senhor esta graça, que a semente da esperança que semeou em nossos corações cresça até o encontro final com Ele. ‘Estou certo de que eu verei o Senhor’. ‘Estou certo de que o Senhor vive’. ‘Estou certo de que o Senhor virá a encontrar-me’. E este é o horizonte de nossas vidas. Peçamos ao Senhor esta graça e nos confortemos uns aos outros com as boas ações e as boas palavras, neste caminho”.

Fonte: Canção Nova

Jesus tem autoridade sobre os espíritos malignos




Precisamos nos submeter à autoridade de Jesus para que Ele purifique o nosso coração, a fim de que mande para longe de nós toda ação do maligno!

Cala-te, e sai deste homem!” (Lucas 4,35). 

                                                              
 Nós, hoje, estamos refletindo a autoridade que Jesus tem sobre os demônios e os espíritos malignos. A autoridade d’Ele, que vem do Pai, age no poder do Espírito e é cada vez mais reconhecida pelo povo, sobretudo, porque não é humana, mas uma autoridade de vida. Ele vive o que prega, aquilo que crê; Ele é revestido da graça do Alto.
Quando vivemos uma vida coerente, quando vivemos uma vida em Deus, os demônios não têm poder sobre nós, pois eles não se misturam àquilo que é puro, justo e correto.
Quem de nós vive cem por cento puro ou íntegro? Todos nós podemos nos esforçar para viver uma vida de pureza e integridade nos pensamentos e sentimentos, na vontade e, mais ainda, submetermo-nos à autoridade de Jesus, porque Ele tem poder sobre os espíritos impuros. 
Os demônios são espíritos malignos que estão aí para oprimir a humanidade, oprimir os corações e semear confusão no meio de nós. Muitas vezes, chegamos numa casa onde as coisas estão perdidas, perniciosas, parece que tudo está azedo e amargo. Precisamos invocar a autoridade de Jesus sobre essa casa, sobre esse lugar e essa família.
Quando olhamos para nossa própria vida, não é que estejamos possessos pelo demônio e ele esteja reinando em nós; não que nos contaminamos, muitas vezes, por aquilo que os demônios semeiam nos ares, mas vivemos rodeados de pessoas e de situações diante das quais, muitas vezes, há maledicência, fofocas e conversas inconvenientes. Quantos de nós deixamos essas coisas entrar em nossos ouvidos e tudo vai para a nossa cabeça e nosso coração? São coisas que só nos fazem mal! Isso nos oprime por dentro e por fora!
Precisamos nos submeter à autoridade de Jesus, para que Ele purifique o nosso coração, para que mande para longe de nós toda a ação do maligno.
Não podemos deixar os demônios falarem em nós e por meio de nós; precisamos dizer o que Jesus disse e fazer o que Ele fez: “Silêncio! Cala-te!”. Quando a confusão, o ressentimento, o ódio e a inverdade começam a tomar força em nosso meio, precisamos ser revestidos por essa força do Alto e não permitir que o maligno ajam em nós, porque maior é o Deus a quem servimos! 

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Papa: "Se o coração não muda, não somos verdadeiros cristãos"

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

No Angelus, Francisco afirmou que manter a observação exterior da lei não é o suficiente para sermos bons cristãos

“As atitudes exteriores são a consequência daquilo que decidimos no coração, mas não o contrário. Com as atitudes exteriores, se o coração não muda, não somos verdadeiros cristãos”. Foi o que afirmou o Papa Francisco na oração do Angelus deste domingo, 30, diante de milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro, no Vaticano.
Na ocasião, o Pontífice explicava o Evangelho de hoje onde Jesus discute com os fariseus e escribas a prática “escrupulosa” da lei de Moisés e da “tradição dos antigos”, como “expressões de autêntica religiosidade”.
Neste sentido, Francisco afirmou que manter a observação exterior da lei não é o suficiente para sermos bons cristãos. “Como naquela época para os fariseus, existe também para nós o perigo de nos considerarmos tranquilos ou melhores que os outros pelo simples fato de observarmos as regras, as tradições, mesmo se não amamos o próximo, somos duros de coração e orgulhosos”.
Para o Papa, a observação literal dos preceitos é estéril se não muda o coração e não se traduz em comportamentos concretos: “abrir-se ao encontro com Deus e à sua Palavra, procurar a justiça e a paz, socorrer os pobres, os fracos, os oprimidos”.
“Todos sabemos, nas nossas comunidades, nas nossas paróquias, nos nossos bairros, quanto mal fazem à Igreja e a escandalizam aquelas pessoas que se dizem ‘muito católicas’ e vão frequentemente à igreja mas, depois, na sua vida quotidiana, descuidam da família, falam mal dos outros e assim por diante. Isso é aquilo que Jesus condena, porque é um testemunho contra a vida cristã”, disse o Papa.
Francisco destacou ainda um aspecto “mais profundo” que Jesus aborda no Evangelho: “Não existe nada fora do homem que, entrando nele, possa torná-lo impuro. Mas são as coisas que saem do homem que o tornam impuro”. Segundo o Papa, Jesus enaltece assim o primado da interioridade, isto é, do ‘coração’: “não são as coisas exteriores que nos fazem santos ou não santos, mas é o coração que expressa as nossas intenções, as nossas escolhas e o desejo de fazer tudo pelo amor de Deus”.
“Jesus dizia: ‘O teu tesouro é onde está o coração’. Qual é o meu tesouro? É Jesus, a sua doutrina? É o coração bom ou o tesouro é uma outra coisa. Portanto, é o coração que deve ser purificado e se converter. Sem um coração purificado, não se pode ter mãos realmente limpas e lábios que pronunciem palavras sinceras de amor: tudo é duplo, não? Palavras que pronunciam misericórdia, perdão: somente isso pode fazer o coração sincero e purificado”, afirmou.
E concluiu: “Peçamos ao Senhor, por intercessão da Virgem Maria, para nos dar um coração puro, livre de toda hipocrisia. Esse é o adjetivo que Jesus disse aos fariseus: ‘hipócritas’, porque dizem uma coisa e fazem outra. Livre de toda hipocrisia, assim, que sejamos capazes de viver segundo o espírito da lei e alcançar o seu fim, que é o amor.”

Fonte: Canção Nova

Libertar-se do desânimo e da desmotivação

domingo, 30 de agosto de 2015




Quero passar dicas concretas para você ser feliz. Muito se fala de felicidade, mas pouco se fala da receita para ser feliz. E se você seguir os pontos que te falarei garanto que você se tornará uma pessoa mais feliz a cada dia.
Deus quer você feliz, mas é preciso ter ações para encontrar a felicidade. Felicidade se constrói.
Tomemos a passagem do Evangelho de João 15, 11-13: Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
O interesse de Jesus Cristo é que você seja uma pessoa feliz. Ele é o mais interessado na sua felicidade. Por que Jesus diz na Palavra “minha alegria”? Porque existem alegrias que não são d’Ele, e Ele quer que a alegria d’Ele esteja em você para que a sua alegria seja completa.
O que esta faltando para que você seja mais feliz? Falta a alegria d’Ele para que você seja mais feliz.
Sabe o Filho Pródigo que narra o Evangelho? Ele saiu de casa porque queria ser feliz, mas não dá para ser feliz longe do Pai. Não basta ser feliz se a sua felicidade te afasta de Deus; e o filho pródigo é um exemplo disso, ele quis ser feliz longe de Deus, mas quero te dizer algo importante: Quanto mais perto de Deus eu estou, mais feliz eu sou!
Contaram-me que uns escoteiros estavam numa floresta e estavam a preparar uma sopa para comerem. Enquanto o caldo fervia, eles foram pegar mais alimentos na floresta. Enquanto isso um urso se aproximou daquele caldeirão e o levou. Ele abraçou aquele caldeirão contra seu corpo, somente que o caldeirão estava muito quente e quanto mais queimava o corpo do urso, mais ele apertava aquele cadeirão, pois entendia que a dor era porque alguém estava tentando tirá-lo dele, então ele segurava com mais força e se queimava ainda mais.
Há pessoas que a gente perde e há pessoas que Deus nos livra. Ele vai tirando da nossa vida porque essa pessoa é como um “caldeirão quente” que queima e faz mal, e tem gente que fica insistindo em segurar a pessoa que o está ferindo.
Qual a situação, coisa e/ou pessoa você está segurando e está queimando você, te maltratando e te tornando infeliz?
Nós devemos partilhar a vida com pessoas que realmente nos querem felizes.
Não perca tempo se lamentando dos tropeços e derrotas sofridos. Deus trabalha a nosso favor.
Seja apaixonado pela vida! Não tenha medo de ser ridículo. Quem quer ser feliz tem hora que não tem medo de ser ridículo. Quem é feliz não vai se importar com o que os outros vão falar de sua vida.
Quero ensinar para você sete segredos de felicidade, dicas práticas de felicidade.
Existem sete ladrões que roubam a sua alegria, a sua vontade de viver, e vou explicar para vocês:
1 – Pessimismo – tem gente que só olha para as desgraças e pensa coisas ruins achando que “o pior vai acontecer”. Quem é pessimista não é feliz!
2 – Importar-se demais com aquilo que os outros falam a seu respeito – não fique preso com aquilo que as pessoas dizem sobre você. Não dê ouvidos aos outros, ouça Deus que está no seu coração. Nós não conseguimos agradar todo mundo. Quem quer agradar os outros não é feliz.
3 – Falta de diálogo – Quem não conversa não é feliz porque é através de suas palavras que você demonstra os seus sentimentos.
4 – Medo – medo de arriscar, medo de tentar tirar a carteira de motorista e perder, medo de dizer ‘eu te amo” e não ser retribuído… Tem gente que se protege além da conta que as pessoas nem te conhece verdadeiramente. Não tenha medo de abraçar, de dizer “eu te amo”… Quem te medo de demonstrar amor não vai ser feliz!
5 – Cansaço – a pessoa cansada e não descansa não é feliz. Nós trabalhamos demais e não descansamos, não nos divertimos. Quem é espontâneo é mais feliz!
6 – Impaciência – a pessoa que não sabe esperar não vai ser feliz nunca! Quem não tem paciência não alcança.
7 – Comodismo e preguiça –a pessoa vive a filosofia da “almofada”, que é aquela pessoa que só vive no sofá, não trabalha, não anda, não faz nada… Para o preguiçoso tudo é difícil.
A Felicidade não está no ontem e nem no amanhã, a felicidade está no aqui e agora!
O “aqui” e o “agora” é o presente de Deus para nós. Não fique preso ao seu passado. Não jogue a sua felicidade para o futuro ou você não será feliz.

Fonte: Canção Nova

Por que o Papa Francisco é importante, especialmente no mundo de hoje

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

"Hoje, não há nenhum outro líder religioso, político ou de entretenimento que possa reunir algo próximo do tipo de resposta que este papa inspira, fato que deixa algumas pessoas coçando a cabeça e se perguntando: Por quê? Por que o papa importa tanto?", questiona Paul Brandeis Raushenbush, pastor batista norte-americano e editor-executivo da editoria de religião e espiritualidade do jornal The Huffington Post, em artigo publicado pelo jornal The Huffington Post, 20-08-2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Eis o artigo.
Estima-se que 1,5 milhões de pessoas se juntem ao Papa Francisco no dia 27 de setembro para celebrar uma missa durante o Encontro Mundial das Famílias, na Filadélfia. Este encontro maciço, além de participação do pontífice no Festival das Famílias no dia anterior – que deverá contar com aproximadamente 750 mil pessoas –, levou à cunhagem do termo “Popeapocalypse” [papa-apocalipse].
Universidades irão estar fechadas, peregrinos já estão cravando estacas em terremos no jardim zoológico de Filadélfia para garantir um lugar de dormir, o sistema de transporte público está fazendo uma espécie de loteria para a entrega de bilhetes de trem e as mulheres à espera para dar à luz na região estão buscando se deslocar para outras cidades – tudo em antecipação à visita do Papa Francisco.
Hoje, não há nenhum outro líder religioso, político ou de entretenimento que possa reunir algo próximo do tipo de resposta que este papa inspira, fato que deixa algumas pessoas coçando a cabeça e se perguntando: Por quê? Por que o papa importa tanto?

Ele é um líder político transnacional

Como chefe da Igreja Católica de Roma, o papa ocupa uma posição que nenhum outro líder religioso pode igualar. A maioria das grandes religiões não tem uma estrutura hierárquica que reconheça claramente um líder que encarna a tradição como faz o papa para o catolicismo. O papa é o chefe de uma organização coesa, transnacional que vem existindo há aproximadamente dois mil anos. A Igreja tem uma cadeia de comando que vai do Vaticano até a paróquia local, sistema capaz de transmitir informações, ideologia e bens materiais em todo o mundo.
Compare isso com outras religiões que estão, em sua maioria, fragmentadas entre muitas e diferentes seitas e que contam com inúmeros líderes. E mesmo entre aquelas que não possuem hierarquias existentes, tal como a Comunhão Anglicana, os números não se comparam com os cerca de 1,2 bilhão de católicos romanos.
A influência da Igreja Católica aumenta por causa do status do Vaticano como uma cidade-Estado independente que mantém relações diplomáticas com países de todo o mundo. Como líder do Vaticano, quando o papa visita um país ele o faz apenas na qualidade de líder religioso, mas também como de chefe de Estado. Isso diferencia o papa da maioria dos demais líderes – religiosos ou políticos –, à parte de cargos mais cerimoniais, como aquele mantido pela Rainha da Inglaterra, que simultaneamente é chefe titular da Igreja Anglicana e da Commonwealth, porém exercendo pouca influência em ambas. O papa, por outro lado, é a autoridade nítida por trás de ambos os títulos e tem condições plenas de exercer a influência que vem com ela.

A Igreja Católica não é apenas transnacional; em muitas partes do mundo ela é um agente influente na política interna e na vida civil. Essas Igrejas locais são conduzidas por bispos, arcebispos e cardeais, todos os quais são nomeados pelo papa. Isto significa que o tipo de prioridade e interesse da Igreja Católica local é muito influenciado pelo tipo de pessoa colocada nos postos mais altos pelo papa.

Ele tem influência religiosa internacional
Além do poder político e diplomático, o poder de inspiração do papa é ainda mais impressionante. Para uma grande parcela da humanidade, a Igreja Católica tem sido, há milênios, o seu caminho para o Divino e tem fornecido respostas para as perguntas sobre como viver uma vida moral e significativa.
Como chefe da Igreja Católica de Roma, a autoridade do papa remonta a São Pedro, um dos discípulos de Jesus considerado pela Igreja Católica como o primeiro papa. Os pronunciamentos papais possuem peso, e o papa tem grande influência sobre a forma como os católicos compreendem o que é sagrado – por exemplo, ele desempenha o papel central no processo de declarar que alguém é santo e de tornar santuários certos lugares. O papa também é a mais alta representação da Igreja Católica para outras tradições de fé, seja para outras religiões, seja para outras denominações cristãs ou o mundo secular.
Não apenas os pronunciamentos e as atividades papais são transmitidos por canais midiáticos católicos; eles também são o assunto de interesse da mídia secular e contam com uma cobertura atenta. Quando o papa fala sobre o Evangelho cristão, como faz às quartas-feiras e aos domingos na Praça de São Pedro, através de encíclicas e em ambientes menos formais, ele frequentemente relaciona a mensagem religiosa e espiritual não só com a moralidade pessoal e a salvação, mas também com questões societais e da vida política. Isso normalmente envolve se posicionar em debates polêmicos em países ao redor do mundo e dentro de eventos mundiais mais amplos.
Dado o imenso poder do cargo, está claro que qualquer papa terá importância. No entanto, quando ele é ocupado por uma figura tão cativante como o Papa Francisco, o papa importa e muito.
Desde o momento em que o papa recém-eleito se pôs diante da multidão na Praça de São Pedro e que o seu nome escolhido – Francisco – foi anunciado, o espírito da possibilidade começou a soprar através da Igreja Católica de Roma.

O papado particular do Papa Francisco
Francisco já se tornou uma das figuras mais notáveis do século XXI. Desde o início, quando preteriu o Palácio Apostólico a uma casa simples de hóspedes, trocou o papamóvel da Mercedes por um Hyundai e declarou o quanto ansiava por uma Igreja pobre e para os pobres, Francisco tem sido motivo de manchetes por suas palavras e seus atos – para alguns – surpreendentes.
Em seu primeiro ano, o novo papa observou a Quinta-feira Santa lavando os pés de jovens encarcerados, incluindo mulheres e muçulmanos, disse que os ateus poderiam ser redimidos, opinou que a Igreja vinha enfatizando demais o casamento gay e o aborto, acusou a burocracia [da própria Igreja] de sofrer de “Alzheimer espiritual”, afirmou que os mercados financeiros mundiais estão “tiranizando os pobres” e, claro, a sua resposta agora icônica sobre os gays: “Quem sou eu para julgar?”.
Ele passou a usar sua plataforma para especialmente destacar a situação dos imigrantes, os sem-teto, os pobres, a paz no Oriente Médio, a perseguição dos cristãos e, mais recentemente, assumiu a questão moral do meio ambiente em sua encíclica Laudato Si’.
O papa dá conteúdo para boas manchetes, e suas prioridades reverberam dentro da política mundial e no seio das sociedades em todo o mundo.
O Papa Francisco foi creditado como tendo ajudado na intermediação da aproximação entre os EUA e Cuba, país que ele estará visitando antes de sua chegada aos Estados Unidos. Estas ações do papa ecoam as de João Paulo II, líder influente na derrubada da Cortina de Ferro com a visita ao seu país natal, a Polônia, em 1979, onde dois milhões de pessoas saudaram o primeiro papa a visitar o país comunista.
Nos Estados Unidos, a frase “Quem sou eu para julgar?” foi citada por um senador católico de Illinois que deu o voto decisivo a favor do casamento gay em 2013, antes de a Suprema Corte fazer dele um direito em todo o país. Por outro lado, o candidato republicano à presidência Jeb Bush se viu obrigado a refutar a declaração de Francisco sobre o meio ambiente e a economia. “Eu não baseio minha política econômica nos bispos, nos cardeais, nem no papa”, disse o candidato.
Francisco será o primeiro papa a discursar ao Congresso dos Estados Unidos, com certeza apresentando desafios aos líderes políticos, conservadores e progressistas. Parece provável que a visita do papa e suas palavras serão retomadas nas primárias presidenciais e nas eleições gerais. Não é fácil apontar uma outra figura que tem sido tão direto sobre questões tais como o ambiente, a economia e a imigração quanto o Papa Francisco.

Ele ajudou a reformar a Igreja Católica
Dentro do Vaticano, Francisco vem sendo ativo na tentativa de reformar e “limpar” a Cúria e o Banco do Vaticano, instituição que ajuda a financiar a obra da Igreja. A eficácia que ele mostrou neste sentido, bem como no trabalho mais urgente de reparar o dano nas vidas dos que sofreram abuso sexual clerical, vem sendo vigiada de perto. Enquanto muitos estão preocupados com o ritmo lento das reformas, parece que, sob Francisco, a Igreja está estabelecendo as estruturas necessárias e começando a se mover na direção certa, com maior destaque dentro do Banco do Vaticano.
Como mencionado acima, o papa tem praticamente um poder absoluto sobre a hierarquia da Igreja. Entre as suas responsabilidades está a de nomear novos cardeais que acabarão por votar na escolha do próximo papa, assim como a de nomear e substituir bispos e arcebispos que proporcionam espaços de liderança a católicos nos países ao redor do mundo. Francisco fez uso desse poder para aumentar a presença e o poder do sul global via nomeação de cardeais advindos de algumas das regiões mais pobres do mundo. Ele também embaralhou os papéis dos principais clérigos católicos nos Estados Unidos e elevou algumas das figuras mais moderadas entre a liderança católica, bem como removeu rapidamente Dom Tebartz-van Elst (o “Bispo do Bling” ou da ostentação) na Alemanha por despesas excessivamente extravagantes.
Uma das transformações mais notáveis sob o comando do Papa Francisco ocorreu no ambiente das mídias sociais. O antecessor de Francisco chegou ao Twitter com o lamentável identificador “@Pope2YouVatican”, o qual Jon Stewart zombou durante um show ao vivo. [1] Ninguém está tirando sarro agora. Com o Papa Francisco, a conta papal no Twitter anda em alta velocidade com o @Pontifex tuitando em várias línguas (incluindo o latim!) e Francisco foi considerado o líder mais influente nestes últimos dois anos no Twitter.
No entanto, é a presença off-line do papa que mostra, realmente, o quanto ele de fato importa.
Em encontros cara a cara, ou diante de três milhões de pessoas no Rio, o espírito humilde, caloroso e pastoral de Francisco tem ressoado entre os católicos e não católicos. Num mundo como este, onde as pessoas religiosas e as não religiosas estão igualmente sedentas de um sentido de conexão, de um desejo articulação das desigualdades e de inspiração para trabalhar por um mundo mais compassivo, justo e pacífico, palavras e os atos do papa importam.

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