Papa Francisco: o medo nos faz mal e nos enfraquece

sábado, 23 de maio de 2015

O Papa explicou hoje de onde vem a coragem e como conquistá-la para viver com liberdade e alegria

 
 O Papa Francisco afirmou hoje que o medo faz mal aos cristãos, tornando-se um vício, e explicou que atitudes devem ser tomadas para superá-lo.

“O medo – disse em sua homilia em Santa Marta – é uma atitude que nos faz mal; nos enfraquece, nos limita e até nos paralisa. Quem tem medo não faz nada, não sabe o que fazer. Concentra-se em si mesmo para que não lhe aconteça nada de mal; o medo leva a um 'egocentrismo egoísta', que paralisa. O cristão medroso é aquele que não entendeu a mensagem de Jesus”.

“E por isso, Jesus diz a Paulo: ‘Não tenha medo, continue a falar’. O medo não é cristão; é um comportamento de quem tem a alma aprisionada, presa, sem liberdade de olhar para a frente, de criar, de fazer o bem... E diz sempre: ‘Não, aqui há este perigo, aqui outro... e assim por diante... E isto é um vício. O medo faz mal”.

“Não ter medo é pedir a graça da coragem, da coragem do Espírito Santo que nos envia”.

“Existem comunidades medrosas, que apostam sempre no certeiro: ‘Não, não vamos fazer isso... isso não, não pode...’. É como se na porta de entrada estivesse escrito ‘proibido’: tudo é proibido, por medo. E quando se entra numa comunidade assim, se sente o marasmo, porque é uma comunidade doente. O medo faz adoecer a comunidade e a falta de coragem também”.

“O medo – explicou ainda o Papa – deve ser distinguido do ‘temor de Deus’, que é santo, é o temor da adoração diante do Senhor. O temor de Deus é uma virtude: não é limitativo, não enfraquece, não paralisa: faz ir adiante para cumprir a missão dada pelo Senhor”.

A outra palavra da liturgia foi ‘alegria’. “Ninguém pode tirá-la de vocês”, diz Jesus. “E nos momentos mais tristes, nos momentos de dor” – ressaltou Francisco – “a alegria se torna paz. Ao contrário, um divertimento no momento da dor se torna sombrio, escurece.

Um cristão sem alegria não é cristão; um cristão que continuamente vive na tristeza não é cristão. E um cristão que no momento da provação, das doenças ou das dificuldades, perde a paz... é porque lhe falta algo”.

“A alegria cristã, que não é um simples divertimento, não é uma alegria passageira; a alegria cristã é um dom, um dom do Espírito Santo. É ter o coração sempre alegre porque o Senhor venceu, o Senhor reina, está à direita do Pai; Ele olhou para mim e me enviou; me deu a sua graça e me fez filho do Pai... É esta a alegria cristã. Um cristão vive na alegria”.

“Uma comunidade sem alegria – acrescentou o Papa – também é uma comunidade doente: pode até ser uma comunidade ‘divertida’, mas é ‘doente de mundanidade’, porque não tem a alegria de Jesus Cristo. Assim, quando a Igreja é medrosa e não recebe a alegria do Espírito Santo, a Igreja adoece, as comunidades adoecem e os fiéis adoecem”.

O Papa concluiu a homilia com a prece: “Elevai-nos Senhor, ao Cristo, sentado à direita do Pai; elevai o nosso espírito. Despojai-nos de todo o medo e dai-nos a alegria e a paz”.

(Rádio Vaticano)

Para educar os filhos, Papa recomenda sabedoria e equilíbrio

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Vocação da família de educar os filhos foi foco da catequese; Papa falou sobre caso dos casais separados: “não usem os filhos como reféns”

Francisco enfatiza, na catequese desta quarta-feira, a vocação dos pais de educarem seus filhos com sabedoria e equilíbrio / Foto: Reprodução CTV
Francisco enfatiza, na catequese, a vocação dos pais de educarem seus filhos com sabedoria e equilíbrio / Foto: Reprodução CTV
A vocação das famílias para educar os filhos foi o tema da catequese do Papa Francisco, nesta quarta-feira, 20. O Santo Padre segue no ciclo de reflexões sobre a família e, desta vez, deu alguns conselhos para que as famílias saibam educar os filhos na responsabilidade de si e dos outros.
Francisco destacou que existe uma regra sábia: o filho é educado para escutar os pais e obedecer a eles; e os pais não devem realizar essa tarefa de maneira bruta para não desencorajar os filhos. “A relação entre pais e filhos deve ser de uma sabedoria, de um equilíbrio grande. Filhos, obedeçam aos pais, isso agrada a Deus. E vocês pais, não irritem os filhos, pedindo a eles coisas que não podem fazer”.
Embora isso pareça óbvio, o Papa recordou que, nos tempos atuais, não faltam dificuldades. Como exemplo, ele citou o caso dos pais que veem os filhos somente à noite, o que dificulta a educação. Mais difícil ainda, segundo o Papa, é o caso dos pais separados, situação em que, muitas vezes, o filho é tomado como refém.
“O pai fala mal da mãe e a mãe fala mal do pai, e isso faz tanto mal. Mas eu digo aos pais separados: nunca, nunca tomem o filho como refém! Vocês se separaram por tantas dificuldades e motivos, a vida deu essa prova a vocês, mas os filhos não sejam os que levam o peso dessa separação, não sejam usados como reféns contra o outro cônjuge. Cresçam ouvindo que a mãe fala bem do pai, embora não estejam juntos, e que o pai fala bem da mãe”.

Família e sociedade
Segundo o Pontífice, nos últimos tempos, ‘intelectuais e especialistas’ têm criticado a educação familiar de várias formas, acusando-a de ser autoritária, conformista e repressiva. “Isso gerou uma fratura entre a família e a sociedade; uma crise que abrange vários âmbitos, como a escola, por exemplo, onde recaem sobre os alunos as tensões e a desconfiança entre pais e professores”.
E esses ‘especialistas’ se multiplicam – advertiu o Papa – ocupando o papel dos pais, inclusive nos aspectos mais íntimos da educação: personalidade, crescimento, direitos e deveres. Os pais vão se privando de sua função, chegando a se auto excluir da vida dos filhos.
Como exemplo, Francisco citou um episódio da sua infância, já narrado em outra ocasião, quando certa vez ofendeu a professora. A mãe foi chamada à escola e, com educação, repreendeu o filho. “Mas em casa vocês podem imaginar o que aconteceu…”, disse. Hoje, observou, os papéis se inverteram, e são os pais que repreendem os professores.
Fazendo uma análise dessa situação, o Papa admitiu que, por um lado, alguns modelos educativos do passado tinham limites, mas, por outro, a vida se tornou ‘avara’ de tempo e os pais, ‘sequestrados’ pelo trabalho e outras preocupações, conversam, refletem e se confrontam menos com os filhos.
Como antídoto, o Papa lembrou que a Palavra de Deus pode oferecer um apoio à missão educativa das famílias. Ele acrescentou que, na base de tudo, está o amor de Deus.
Francisco concluiu sua reflexão afirmando que a boa educação familiar é a coluna vertebral do humanismo. “A sua ‘irradiação’ social é o recurso que compensa lacunas, feridas, vazios de paternidade e maternidade dos filhos menos afortunados. E esta ‘irradiação’ pode fazer milagres!”.

Fonte: Canção Nova

Papa: cristãos devem buscar a unidade, não guerra e divisão

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Na homilia de hoje, Papa lembrou que cristãos são chamados a pedir a unidade e não deixar que se insinue entre eles o espírito da guerra
cristaos devem buscar a unidade_papa
 Francisco reza, na Missa de hoje, pela unidade cristã / Foto: L’Osservatore Romano
Na Semana em que, no hemisfério sul, se reza pela unidade cristã, o Papa Francisco dedicou sua homilia a essa causa na quinta-feira, 21. Ele reiterou que os cristãos são chamados a pedir a graça da unidade e a lutar para que não haja, entre eles, o espírito de divisão, de guerra e ciúmes. A Missa foi celebrada, como de costume, na capela da Casa Santa Marta.
Francisco fez a homilia a partir da liturgia do dia, que mostra a atmosfera do Cenáculo e a densidade das palavras que Cristo pronunciou e confiou aos apóstolos antes de se entregar à Paixão.
Nesses trechos, Jesus faz uma oração para que a Igreja seja unida, que os cristãos “sejam uma só coisa”, como Jesus o é com o seu Pai. Cristo também fala da “grande tentação”, rezando para que os fiéis não cedam ao “pai da mentira e da divisão”.
É consolador, observou Francisco, ouvir Jesus dizer ao Pai que não quer rezar somente pelos seus discípulos, mas também por aqueles que acreditarão n’Ele mediante a sua palavra. Uma frase ouvida tantas vezes, para a qual o Papa pediu uma atenção especial.
“Talvez nós não sejamos suficientemente atentos a essas palavras: Jesus rezou por mim! Isso é propriamente fonte de confiança: Ele reza por mim, rezou por mim… Eu imagino – mas é uma figura – como está Jesus diante do Pai, no Céu. É assim: reza por nós, reza por mim. E o que vê o Pai? As chagas, o preço que pagou por nós. Jesus rezou por mim com as suas chagas, com o seu coração ferido e continuará a fazê-lo”.

As faces da divisão
Francisco explicou ainda que Jesus reza pela unidade do seu povo, pela Igreja, mas sabe que o espírito do mundo é um espírito de divisão, de guerra, de invejas, ciúmes, também nas famílias, nas famílias religiosas, nas dioceses, bem como em toda a Igreja: é a “grande tentação”. E isso leva, disse o Papa, a fofocas, a etiquetar e rotular as pessoas. São atitudes que a oração de Jesus pede que sejam banidas.
“Devemos ser um, uma só coisa, como Jesus e o Pai são uma só coisa. Este é precisamente o desafio de todos nós cristãos: não dar lugar à divisão entre nós, não deixar que o espírito da divisão, o pai da mentira, entre em nós. Procurar sempre a unidade. Cada um é como é, mas procura viver em unidade. Jesus perdoou você? Perdoa todos. Jesus reza para que nós sejamos um, uma só coisa. E a Igreja tem grande necessidade desta oração de unidade”.

Unidade é graça não “cola”
Não existe, brincou o Papa, uma igreja mantida unida pela “cola”, porque a unidade que Jesus pede  é uma graça de Deus e uma luta sobre a terra. É preciso, então, dar espaço ao Espírito para que cada um possa ser transformado.
“E outro conselho que Jesus deu nestes dias de despedida é permanecer n’Ele: ‘Permanecei em mim’ ‘. Ele pede esta graça, que todos nós permaneçamos n’Ele. E aqui nos indica por que, e diz claramente: ‘Pai, eu quero que aqueles que me destes, também eles estejam comigo onde eu estou’. Isto é, que eles permaneçam lá, comigo. O permanecer em Jesus, neste mundo, termina no permanecer com Ele ‘para que contemplem a minha glória’”.

Fonte: Canção Nova

A música que eu canto e componho precisa me levar para o céu

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A música precisa me levar ao céu e despertar nos corações de quem me escuta o desejo do céu
No decorrer da minha caminhada musical e cristã, pude perceber que a música tem um poder incrível de fazer a opinião, de animar, de desanimar, de induzir, entre outros. Ela, de fato, mexe conosco, com nosso interior e vai além: faz com que coloquemos o que está dentro para fora, ou seja, faz com que os sentimentos se tornem visíveis a todos.
Verificamos isso em muitas pessoas que “curtem” determinados estilos musicais e acabam assumindo para si aquela determinada maneira de ser, vestir, andar, baseadas no conceito que veio junto com aquele estilo musical. Certamente, não é só a música, é toda a escolha do modo de vida que elas adotam. E a música é o “carro-chefe”, se assim podemos dizer. 
A_musica_que_eu_canto_e_componho_precisa_me_levar_para_o_ceu
Isso não é uma crítica a nenhum estilo musical ou à determinada maneira de se portar ou a qualquer liberdade de escolha. Quero simplesmente exemplificar, e tomando esse exemplo quero chegar àquilo que faço por graça de Deus: a música cristã, católica.
Se a música tem esse poder de entrar pelos meus ouvidos e mexer com todo meu ser, então é necessário que a música católica desperte nosso interior para a santidade; é primordial que a música nos leve para Deus.
A música dentro da Igreja continua mexendo com nossos sentimentos, continua tendo o mesmo efeito que a música fora dessa instituição tem. Mas onde está o nosso diferencial? O nosso diferencial está no que somos. E digo isso diretamente aos músicos, àqueles que fazem música cristã, católica. O agir segue o ser, se busco a santidade, minha música automaticamente também buscará santidade e as pessoas que a escutam também sentirão o desejo de buscá-la [santidade] e, assim, como costumo dizer: “e vida que segue”.
Tudo começa em um coração que quer encontrar o Senhor. Falando de modo bem pessoal, Deus me deu a música, mas me deu para me ganhar, ou seja, sou músico para ir para o céu. A música foi um modo por meio do qual Deus, na Sua misericórdia, viu que poderia me levar para o céu, e com minha ajuda poderia também levar outros para o céu. Mas é meu o chamado, é minha a escolha de buscá-Lo pela música e levá-Lo pela música.
Nós nos enganamos muitas vezes e saímos do essencial da nossa musicalidade, achamos que nossa música só é eficaz quando o externo (som, palco, público) está perfeito; no entanto, esta só tem eficácia quando nosso coração está lutando para chegar à perfeição, externando nossa vida de oração e comunhão com o Espírito Santo. Não nos enganemos, sejamos hoje também pessoas que criem estilos de “santos” em nossa comunidade, paróquia, famílias, entre outros.

Fonte: Canção Nova

A intimidade com Jesus nos aproxima do coração do Pai

terça-feira, 19 de maio de 2015

 

 A intimidade com Jesus nos aproxima do coração do Pai! Precisamos crescer na intimidade com Deus, nosso Pai amoroso, bondoso, maravilhoso, esse Deus que é tudo para nós! 

“Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e Jesus Cristo que enviaste” (João 17, 3). 

 Estamos acompanhando a oração sacerdotal de Jesus, na qual o Senhor se coloca como um sacerdote, como aquele que intercede, que media, que faz a ponte. É aquele que liga a realidade humana à divina; a realidade terrestre à celeste. É Jesus quem coloca os anseios da nossa alma no coração de Deus! O sacerdote é ponte, é intercessor, é mediador, é ele quem faz o elo entre a terra e o céu, entre o céu e a terra. É por isso que, nessa oração, Jesus ora por nós, em nós e para todos nós. O Senhor, acima de tudo, nos apresenta como também deve ser a nossa oração. Primeiramente Ele fala direto ao coração do Pai, sem rodeios, sem mediações. Jesus vai direto ao coração do Pai porque Ele tem intimidade com Ele, porque Ele tem uma relação com Seu Pai: 

“Ora, a vida eterna, meu Pai, consiste em que eles conheçam a Ti” (João 17,3). 

A graça que Jesus nos dá, em primeiro lugar, é a graça de conhecermos a Deus, o Deus único e verdadeiro. Deus, para muitos povos e para muitas pessoas, ao longo da história, parecia uma figura longe e distante, uma figura totalmente longe das realidades humanas. E é Jesus quem traz esse Deus, esse Pai amoroso, para bem pertinho de nós! Nós podemos senti-lo, abraçá-lo, vivê-lo e vivenciá-lo! Nós podemos falar ao Pai daquilo que somos e vivemos. A vida eterna é essa! Não é simplesmente esperar morrer para abrir o céu e nós entrarmos. A vida eterna começa quando entramos na vida do Pai e deixamos o nosso coração viver essa sintonia com Ele! A vida eterna consiste em crer no Deus único e verdadeiro e n’aquele que Ele enviou: Seu Filho Jesus Cristo. Sabem, meus irmãos, nós precisamos crescer na intimidade com o nosso Deus, nosso Pai amoroso, bondoso, maravilhoso! Esse Deus que é tudo para nós. Não podemos tratá-lo como uma divindade distante de nossa realidade. Quem se aproxima de Jesus se aproxima do coração do Pai; e quem está no colo do Pai obedece Seu Filho e vive da relação de amor e amizade com Seu Filho enviado por intermédio de Seu Evangelho e de Suas pregações, e crê em tudo aquilo que Ele ensinou. Que possamos, com a ajuda da oração de Jesus, crescer na nossa relação de intimidade e unidade com o nosso Pai!

 Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

As aflições da vida nos tornam mais dependentes de Deus

segunda-feira, 18 de maio de 2015

É importante não nos esquecermos de que as aflições não existem para nos derrubar; pelo contrário, elas nos tornam mais dependentes de Deus!

“No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo!” (João 16, 33).

Nas palavras finais de Nosso Senhor Jesus Cristo [enquanto esteve entre nós na Terra], Ele expressa os tesouros de Sua alma e de Seu coração. A falar, claramente, ao coração dos Seus apóstolos, Ele também fala ao nosso coração. Primeiramente ao afirmar que, no mundo, teremos e temos muitas aflições. E sabemos como as aflições fazem parte da nossa vida, elas vêm revestidas de decepções, de mágoas, de tristezas, de incertezas e de conflitos interiores e exteriores vividos uns com os outros.
A aflição acontece dentro de nós de forma esperada ou, na maioria das vezes, sem esperar nos decepcionamos com algo: uma má notícia que vem dali, uma coisa que não deu certo aqui, a vitória que esperaríamos ter e não a obtivemos. Enfim, nós nos afligimos e somos afligidos pelas circunstâncias da vida.
É importante não nos esquecermos de que a aflição não existe para nos derrubar; pelo contrário, a aflição é para nos fazer mais dependentes de Deus, para estarmos, cada vez mais em Seus braços e no Seu coração. E para que tenhamos a certeza daquilo que Ele anteriormente já nos disse: “Sem mim nada podeis fazer!” (João 15, 5).
E o próprio Senhor nos diz que, tendo aflições, nós precisamos de coragem. Coragem não é simplesmente valentia, disposição humana de combater. Coragem é primeiro de tudo uma atitude interior de acreditar, de saber e de ter convicção de que, mesmo vendo coisas negativas, a força, a graça do bem e a graça do alto são muito maiores [do que as aflições].
É preciso ter a convicção de que as aflições são momentâneas, são circunstanciais, as quais sofremos por um tempo, por um momento, e de que só existe sofrimento eterno para quem não confia e não crê na graça de Deus.
“Eu venci o mundo” nos diz o Senhor. E uma vez que Ele venceu todas as aflições, que sofreu no Corpo, na Alma, no Espírito, Ele diz a mim e a você que nós também podemos vencê-las e que nenhuma aflição há de nos derrubar, que nenhuma perturbação ou inquietação desta vida é maior do que a Sua vitória sobre o mal e o pecado.
Coragem para mim e para você, coragem para todos nós! Essa coragem é sinônimo de confiança e de entrega a Deus. É sinônimo de alguém que sabe em quem depositou sua fé, sua confiança e sua esperança. E a coragem da entrega: “Senhor, em Tuas mãos eu tudo posso! Tudo posso n’Aquele que me fortalece, que me anima, que me levanta!”
Algumas vezes, nós temos a sensação de que passou uma máquina por cima de nós, já levantamos com um sentimento de tristeza enorme. Por isso, ao lado da cama de cada um de nós e onde quer que nós estejamos precisa haver uma cruz. A cruz é para nos lembrar de que o mais aflito dos homens, Aquele que viveu a pior das aflições, venceu todas elas por intermédio de Sua cruz vitoriosa. Por isso não há aflição que possa nos vencer!
Deus abençoe você!

Solânea em Fé

domingo, 17 de maio de 2015

 Nessa noite de sábado(16/05) aconteceu um grande louvor na Cidade de Solânea em comemoração ao aniversário de 5 anos da Empresa Multserv.

O evento teve início com a santa Missa.

Santa Missa


 Muito louvor e adoração com Jonas Santana e o ministério de Música Kairós


 Muitas pessoas foram receber as bênçãos dos Céus.


 Jonas Santana e Fabyana Albuquerque animando o louvor


Momento Mariano


 Ministério de Música Kairós e Jonas Santana em missão

Walter Júnior, da Empresa Multserv, e família

Para ver todas as fotos clique na imagem abaixo
http://docristaoarmadura.blogspot.com.br/2015/04/solanea-em-fe.html




A exemplo de São Matias, sejamos abertos à ação do Espírito

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Jesus, hoje, precisa de muitos outros Matias: homens destemidos, corajosos e abertos à ação do Espírito Santo, porque o Reino de Deus não pode parar!

“Agora, é preciso que um deles se junte a nós para ser testemunha da sua ressurreição” (At 1, 22).

Nós hoje celebramos o dia do apóstolo São Matias, foi escolhido pelos onze apóstolos, sob a direção de Pedro, o primeiro dos apóstolos, para suceder Judas Iscariotes no grupo dos doze. Homens que eram testemunhas de tudo aquilo que Jesus fez, ensinou e pregou desde o batismo no rio Jordão.
É preciso escolher alguém para que continue a ser testemunha para o mundo da Ressurreição de Jesus. Não só os doze apóstolos, que eram mais próximos de Jesus, como também muitos outros homens acompanharam o ministério do Senhor. Por isso, hoje, a Palavra de Deus nos mostra como foi feita a eleição daquele que sucedeu a Judas.
Deixe-me dizer uma coisa a você: nós não queremos parar em Judas no sentido de que muitas pessoas só se lembram dele para apedrejá-lo, para malhá-lo e condená-lo. O juízo a respeito de Judas pertence a Deus! A Igreja não para nas coisas negativas, ela não para nas decepções, não para nas quedas, não para naqueles que, por algum motivo ou outro, muitas vezes, até desertam a própria fé. Muito pelo contrário, a Igreja segue adiante, pois o papel dela não é julgar, não é condenar nem mandar ninguém para o inferno. A Igreja nunca afirmou que Judas foi para o inferno; o que sabemos é que ele escolheu um caminho que não foi o de Deus.
Judas errou não só porque traiu ao Senhor, pois todos nós podemos também trair a Deus e Ele nos perdoar. Ele [Judas] escolheu não se perdoar quando ele se suicidou. Cabe a Deus o julgamento dele. O que cabe a nós é seguir adiante, não desistir de nos amarmos, não desistir de cuidar da nossa própria conduta. Quem está de pé, é preciso cuidar para não cair e levar adiante a mensagem do Evangelho.
Jesus, hoje, precisa de muitos outros Matias: homens destemidos, corajosos e abertos à ação do Espírito Santo, porque o Reino de Deus não pode parar!  O Reino de Deus não está na fraqueza e nos limites dos seguidores de Jesus; o Reino de Deus está naqueles que se submetem, apesar de suas fraquezas e limites, à ação do Espírito para recomeçar a cada dia a anunciar o Reino de Deus!
Deus não desiste de ninguém, nós é que, muitas vezes, desistimos de Deus e de Suas coisas; Ele continua a cada dia, precisando, querendo e lutando por nós! Nós agora precisamos lutar para sermos, cada vez mais, de Deus e para não abrirmos mão da Sua graça em nossa vida.
Ainda que alguns de nós estejam caídos, prostrados, a graça de Deus é que nos levanta e nos coloca de pé para que continuemos a ser Seus apóstolos e, a partir da nossa própria vida revigorada e ressuscitada, testemunhar para o mundo que Jesus está vivo e Ele é o Senhor!

Deus abençoe você!

Nossa Senhora de Fátima, graça e a misericórdia

quarta-feira, 13 de maio de 2015


Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em três ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.
O Ciclo Angélico se deu em três momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois como o Anjo de Portugal e, por fim, o Anjo da Eucaristia.
Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando a Santíssima Virgem Maria se apresentou mais brilhante do que o sol a três crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.
Na Cova da Iria aconteceram seis aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.
Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam sofrendo por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde mais aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.
Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do Santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, por intermédio dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia. A mensagem de Fátima é dirigida ao mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.
Expressão do Coração Imaculado de Maria que, no fim, irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: “Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!”

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

O Paráclito nos prova que o bem e a verdade nos salvam

terça-feira, 12 de maio de 2015

O Paráclito nos prova que o bem e a verdade nos salvam. Render-se ao Espírito Santo de Deus é ter a convicção de que o mal não tem a última palavra em nós e de que somente Jesus nos liberta das trevas.
E quando ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo” (João 16, 8).
Abrir-se à graça do Espírito é se abrir à graça da verdade; a verdade que vem ao nosso encontro para nos convencer do que é o erro e do que é a verdade. O Espírito é convincente, porque nós temos as nossas verdades e as nossas convicções, mas, aqui não se trata de uma verdade qualquer nem de uma convicção que vem dos nossos subjetivismos. Não, é a verdade suprema e última de todos nós!
Então, primeiro o Espírito nos convence da existência do pecado; e o maior e grande pecado é não crer que Jesus é o enviado de Deus. O grande pecado é não nos rendermos ao amor de Jesus, porque nós cremos que Jesus é Nosso Senhor, cremos na vinda d’Ele, mas só o Espírito de Deus pode nos convencer de que só há vida quando nos rendemos ao amor de Jesus. E o grande pecado é não nos entregarmos, é não nos rendermos ao amor que Jesus tem por cada um de nós.
O Espírito Santo de Deus nos convence, a cada momento, de nossas fraquezas, dos nossos limites; o Espírito nos convence de que estamos no caminho errado e de que o único caminho é Jesus. Render-se ao Espírito é se render à convicção da existência do mal para aceitar a verdade. Sim, ter a convicção de que o mal não tem a última palavra em nós e de que é Jesus quem nos liberta dele.
O Espírito de Deus nos convence da justiça; e a justiça é conhecer a verdade; ao contrário da injustiça que nega a verdade e prefere ensinar o mundo e as pessoas a permanecerem no erro, na escravidão e fazendo o mal. A grande injustiça é condenar o Senhor do bem à morte; e nós, muitas vezes, caminhamos nas injustiças porque não focamos a nossa vida no senhorio de Jesus.
É o Espírito Santo de Deus quem nos convence das injustiças deste mundo, é o Espírito quem nos convence do juízo; e o juízo é saber e ter a convicção de que o mal já está julgado e condenado. Não há como compartilhar e tentar convencer de que o mal é uma coisa boa, de que há bem no mal. O mal é mal, o erro é erro.
O errado pode sair do erro e conhecer o que é certo; quem está na mentira pode conhecer a verdade e sair dela [a mentira]. O que nós não podemos é ter comunhão com o mal e com o bem, porque o mal já está condenado. Precisamos nos convencer de que o que nos salva é o bem e a verdade. Por isso o Paráclito vem em nosso socorro, em nosso auxílio, para nos convencer destas três realidades: do pecado, da justiça e do juízo. É Ele [Paráclito] quem nós conduz a Jesus, Nosso Senhor e Salvador!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Espírito Santo de Deus vem em socorro de nossas fraquezas

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Espírito Santo de Deus vem em socorro de nossas fraquezas. Da nossa parte é preciso colaboração, entrega, disposição e submissão para que Ele realize em nós a obra de Deus!
Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim” (João 15,26).
Nós não podemos testemunhar Jesus ao mundo sem o auxílio, sem a força e sem a luz do Paráclito, que é o Advogado, o Defensor, o Iluminador, o Espírito Santo de Deus. Ele é a promessa de Jesus, o Prometido do coração do Pai, Aquele que vem para iluminar a face mais obscura da mente e do coração humano.
O Paráclito é aquele que conduz o nosso coração à verdade para que conheçamos e amemos a verdade. O Paráclito é a luz de Deus, que vem em socorro de nossas fraquezas, porque não temos uma só, temos muitas fraquezas: no corpo, na alma, no espírito, na vontade e na mente (cf. Romanos 8, 26). E como precisamos ser fortalecidos e iluminados por Ele!
Quantas vezes estamos em meio às trevas e não sabemos para onde ir; contudo, não estamos sozinhos! Jesus e o Seu Pai, muito amado, conhecem e sabem de nossas fraquezas, da fragilidade humana que nós somos, e para não ficarmos sozinhos (porque Jesus voltou para o seio do Pai), Eles nos enviam do céu o Seu Espírito. Espírito que é Pessoa, não é apenas uma personificação de algo celeste, mas é tão Pessoa quanto o Pai e o Filho. O Paráclito tem o Seu lugar na ação divina de governar, cuidar e reger o mundo, a nossa alma e o nosso coração.
Render-se a Deus é se render ao Seu Santo Espírito; entregar-se a Deus é se entregar ao Seu Santo Espírito. Por este motivo Ele se chama Paráclito, porque Ele é Advogado, é Intercessor, é Consolador, Ele faz e refaz em nós toda a ação de Deus! Da nossa parte é preciso colaboração, entrega, disposição e submissão para que Ele [Paráclito] realize em nós a obra de Deus!
Nós não podemos abrir mão da ação do Espírito de Deus em nós; ação contínua, entrega contínua. O Espírito que nos batizou, que nos crismou, vem em nosso socorro todas as vezes em que O invocamos e vem a nós pela Eucaristia. Nós precisamos no Espírito e pelo Espírito!
Por essa razão, no início desta semana nós nos rendemos, nos entregamos e colocamos toda a nossa vida, tudo aquilo que somos e vivemos à disposição do Espírito Santo de Deus; pedindo que Ele venha a ser realmente nosso Paráclito, nosso Advogado, que venha em auxílio, em socorro e em auxílio da nossa fraqueza para não desanimarmos, para não desistirmos e para não pararmos em nossas fraquezas e nossos fracassos.
Espírito Santo de Deus, vinde em nosso auxílio! Vinde em nosso socorro e apressai-Vos em nos socorrer!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O amor de Deus me ensina a ser mãe

domingo, 10 de maio de 2015

“De longe me aparecia o Senhor: amo-te com eterno amor, e por isso a ti estendi o meu favor”. (Jeremias 31, 3).

Meditando esta Palavra fui fazendo memória de tantas coisas, de tantas pessoas, e o Senhor colocou três palavras em meu coração: gratidão, reconciliação e celebração. Precisamos agradecer a Deus, que nós deu Seu Filho para ser nosso Salvador, esse Deus que nos deu Sua Mãe e também o Espírito Santo para nos dar forças.
Minha mãe tinha problemas de desmaios e, desta forma, não cuidava de mim sozinha. Minha família é grande e morávamos perto dos meus avós, dos meus tios; era uma casa numa pequena comunidade. Então, todos cuidavam de mim.
O amor de Deus me ensinou e me ensina a ser uma boa mãe, contudo, minha mãe, minhas tias, minha avó também! Quero agradecer a todas as amigas que me ajudam a cuidar dos meus filhos. Quero também agradecer a Nossa Senhora, a Mulher das mulheres, ela que sempre me abençoa.
Fiquei grávida do meu primeiro filho, Pedro José, e eu e meu esposo recebemos a notícia de que seríamos remanejados para a missão de Portugal.
Após o nascimento do meu primeiro filho, descobri que seria mãe novamente. Eu já tinha um nome para o meu segundo filho, se fosse uma menina se chamaria Maria Clara, mas veio novamente um menino e para ele eu ainda não tinha um nome. Eu já estava de cinco meses quando tivemos a notícia de que voltaríamos para o Brasil. É uma missão maravilhosa e minha alegria foi tão grande,  pois, iríamos para Cuiabá (MT). Recebi a notícia do sexo do bebê, seria mais um menino, o nome dele: Gabriel.
Tive o Gabriel em Cuiabá (MT), uma criança linda, saudável, viveu muitos momentos felizes conosco. Quando o Gabriel completou 4 anos e 6 meses tivemos uma visita de Deus em nossa família. Ele teve a primeira dor de cabeça, sentiu fraquezas e vômitos; o levamos ao médico e foi diagnosticado apenas com uma virose. Após tomar os remédios recomendados, voltamos novamente ao médico para um novo exame e ele estava com sinusite; o médico medicou alguns antibióticos, porém suas dores não passavam.
Por meio de uma ressonância magnética descobrimos que este meu filho estava com um tumor no cérebro, do tamanho de um limão. E ali iniciava-se a nossa luta. O Gabriel veio a óbito, mas nós pudemos amar muito essa criança, e víamos o desígnio do amor de Deus presente entre nós. Eu poderia estar doida, com uma depressão que não voltasse mais, ou, de repente, já tivesse até morrido, mas Deus estava presente e também o monsenhor Jonas Abib que nos manteve e nos mantém sempre de pé.
O amor de Deus me ensina a ser mae
“Agradeça, reconcilie-se com quem é preciso. Peça perdão, hoje é dia de abraçar e celebrar!”, aconselha Angelica Câmara. Foto: Arquivo Canção Nova.
A nossa certeza é a de que, um dia, estaremos todos juntos no céu! Deus nos ama, mesmo estando nas situações mais difíceis, Ele tem um desígnio de amor a cada um de nós! Você, mãe, que perdeu um filho, saiba que antes mesmo de serem nossos, eles são de Deus. Eu não sei da sua história de mãe, o que você já passou, mas, agradeça, porque Deus tem um desígnio de amor para a sua vida!
Voltamos para Cachoeira Paulista (SP), e achávamos que só teríamos os nossos dois filhos Pedro José e Gabriel, porém, eu novamente fiquei grávida. Eu poderia ter ficado com raiva de Deus, por ter levado meu filho Gabriel, mas eu acredito que Ele me ama e tem o melhor para mim. E mais uma linda e maravilhosa notícia, seria uma menina, eu me sentia tão amada, parecia que Deus se derramava de amor por mim. Ela, Maria Clara, é a alegria da nossa casa, é mais um sinal do amor de Deus por nós!
Não paramos na Maria Clara, recentemente, tivemos o Rafael que irá completar um aninho de vida.
O amor de Deus me ensina a ser mãe. Ainda estou aprendendo, mas Ele me ensina cada vez mais! Agradeça, reconcilie-se com quem é preciso. Peça perdão, hoje é dia de abraçar e celebrar!

Fonte: Canção Nova

Somos chamados a levar a luz de Deus ao mundo

sábado, 9 de maio de 2015

Somos chamados a levar a luz de Deus ao mundoNão podemos nos render à lógica do pecado, do egoísmo, do orgulho; nem podemos nos conformar com as desigualdades deste mundo! 

Se o mundo vos odeia, sabei que odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus” (João 15, 18-19).

Nós estamos, vivemos e trabalhamos no mundo em que estamos, mas não somos dele e não pertencemos a ele, porque este mundo, criado bom por Deus, se corrompeu e pereceu diante do mal. No entanto, nós vivemos aqui e não podemos abrir mão de trabalhar neste mundo. Na verdade, temos que trabalhar com os pés aqui e o nosso coração em Deus e exclamar a cada dia: “Corações ao alto! O nosso coração está em Deus!“.
Contudo, por viver neste mundo, só não podemos nos esquecer de que ele tem sua lógica, suas regras e seus preceitos e de que nós não podemos nos render à lógica dele: a lógica da ambição desmedida, da injustiça e de que quem pode mais chega mais longe e de que quem tem menos tem que ser menos.
Não podemos nos render à lógica do pecado, do egoísmo, do orgulho. Nós não podemos nos conformar com as desigualdades deste mundo! Nós precisamos ser luz para este mundo! E sabemos que, no mundo que caminha em meio às trevas, a luz quando chega é para iluminar, é para mostrar o tudo que está obscuro e que está nas trevas a luz de que precisa.
No entanto, as trevas não aceitam a luz, preferem viver na escuridão, por isso a luz é rejeitada. E assim somos nós também, há muitos que preferem viver na escuridão, no seu pecado, no seu orgulho, no seu egoísmo e na vida errada que estão vivendo.
Quando a Palavra de Deus e a luz de Deus chegam para nos convencer do mal em que estamos vivendo, muitas vezes, nós nos fechamos. E o mundo se fecha à Palavra de Deus porque não quer ser iluminado pelo Senhor e por Sua Palavra.
Nós não podemos desistir de ser luz e de caminhar na luz, porque senão, no mundo em que vivemos, só vamos tropeçar. E então o mundo vai nos odiar, mas, na verdade, não é a nós a quem o mundo odeia, ele odeia a Palavra de Deus. O mundo odiou Jesus, por isso, O crucificou, porque preferiram viver nas trevas a aceitar a luz que é Jesus.
A luz de Cristo continua iluminando os corações, continua nos tirando das trevas deste mundo e nos mostrando a direção. Só não pode, quem é da luz, desistir de caminhar na luz. Precisa, cada vez mais, deixar-se ser mais iluminado por Jesus para também iluminar este mundo.
O mundo pode nos odiar, mas continuaremos a ser o sal, o fermento e a luz a que fomos chamados a ser!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O verdadeiro amor é concreto e se comunica, diz Papa

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Na homilia, Francisco explicou os critérios do amor verdadeiro, que está mais nas obras que nas palavras

Francisco explica como identificar o verdadeiro amor: este é marcado pela concretude e pela comunicação / Foto: L'Osservatore Romano
Francisco explica como identificar o verdadeiro amor: este é marcado pela concretude e pela comunicação / Foto: L’Osservatore Romano
Na Missa desta quinta-feira, 7, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco centralizou sua homilia nos critérios do verdadeiro amor, que deve ser concreto e se comunicar. Ele ressaltou que mesmo os monges e as monjas de clausura não se isolam, mas comunicam e muito.
A reflexão sobre o amor surgiu do Evangelho do dia, em que Jesus pede que permaneçam em seu amor. O Santo Padre explicou que há dois critérios que ajudam a distinguir o verdadeiro amor do não-verdadeiro. O primeiro é que o amor está mais nos fatos que nas palavras, não é um “amor de telenovela”, uma “fantasia”.
“O verdadeiro amor é concreto, está nas obras, é um amor constante. Não é um simples entusiasmo. Também, tantas vezes é um amor doloroso: pensemos no amor de Jesus levando a cruz. Mas as obras do amor são aquelas que Jesus nos ensina no trecho do capítulo 25 de São Mateus. Quem ama faz isso: o protocolo do julgamento. Tive fome, destes-me de comer etc. Concretude. Também as bem-aventuranças, que são o ‘programa pastoral’ de Jesus, são concretas.
Francisco lembrou que uma das primeiras heresias do Cristianismo foi aquela do pensamento gnóstico, que falava de um Deus distante e não havia concretude. Em vez disso, amor do Pai foi concreto, ele enviou o Seu Filho feito carne para salvar a humanidade.
Comunicação
O segundo critério do amor, mencionou o Papa, é que ele se comunica, não permanece isolado. O amor dá a si mesmo e recebe, faz aquela comunicação que é entre o Pai e o Filho.
“Não há amor sem comunicar-se, não há amor isolado. Mas alguém de vocês pode me perguntar: ‘Padre, os monges e as monjas de clausura são isolados?’. Eles se comunicam e tanto com o Senhor, também com aqueles que vão para encontrar uma palavra de Deus. O verdadeiro amor não pode se isolar. Se está isolado, não é amor. É uma forma espiritualista de egoísmo, de permanecer fechado em si mesmo, buscando o próprio bem. É egoísmo”.
Permanecer no amor de Jesus significa, então, “fazer” e ter a coragem de se comunicar, de dialogar, seja com Deus, seja com os irmãos, disse o Papa. Ele fez a ressalva de que essa é uma tarefa difícil, porque o egoísmo atrai o homem para que não faça e não se comunique.
O Santo Padre concluiu a homilia com esta oração: “Que o Senhor nos dê a graça da alegria, aquela alegria que o mundo não pode dar”.

Como superar a falta de uma mãe

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Como a vida é um ciclo, em algum momento não teremos mais a presença de nossa mãe conosco

Mãe, uma pequena palavra de um significado imenso na vida de cada um de nós. Aquela com quem passamos nove meses de gestação. Ainda mais: antes de gestação do ventre – para as mães biológicas –, a gestação na alma, nos desejos e nas expectativas da vivência materna para as mães adotivas. Nosso papel de filhos começa nesses sonhos de concretização da maternidade.
Como superar a falta de uma mãe
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
No ciclo da vida, temos a graça de conviver com uma mulher que dá a vida por nós a cada dia. Cada gesto de amor, aquele olhar carinhoso, ou mesmo as duras atitudes e palavras que machucam, querem, no fundo, nos orientar, na certeza de que a presença materna é muito importante na vida de cada um de nós.
Nem sempre nossa experiência foi ou será positiva com nossa mãe, mas, acima de tudo, cabe a nós o exercício do perdão e da superação nesses momentos.
Como a vida é um ciclo, em algum momento não teremos mais a presença dela conosco. Os relatos da perda de mães são os mais variados possíveis: “Como sinto sua falta!”, “Deixei de fazer algo por ela, sinto-me culpado por seu falecimento”, “Não sei viver sem ela”. Num ciclo de vida, nós ocidentais sabemos comemorar os nascimentos, mas ainda temos muita dificuldade de lidar com a morte, diferente das culturas orientais. Será que, nesse sentido, precisamos nos rever na forma como nos relacionamos com nossas mães?
Perdas, na maioria das vezes, não se explicam. Quando buscamos excessivamente essa explicação, colocamo-nos num labirinto sem saída. É neste momento que a aceitação da perda, que é algo gradual, deve ser elaborada com a ajuda de uma rede de apoio de amigos ou familiares; se necessário, com a ajuda de profissional em terapia.
A culpa por não ter falado algo a tempo, por ter tido atitudes duras, enfim, a culpa de modo geral, se houver, deve ser amadurecida, repensada para que o processo de perda seja melhor vivenciado.
É claro que essa dor não passa rapidamente, mas da dor passamos a viver a saudade; melhor que isso, passamos a viver as memórias, as heranças positivas deixadas por essa mãe, os bons exemplos e também o perdão por aquilo que não vivemos de forma agradável com ela.
Um outro ponto importante é que cada um sente a dor à sua maneira. Frases como: “Não fique assim”, “Sua mãe não gostaria de te ver desse jeito” e outras tantas frases podem até ter uma intenção positiva, mas temos de compreender o tempo de cada um para viver a perda.
Depois do momento inicial de confusão pela perda, as etapas seguintes vão nos dando uma melhor compreensão do que se passou, uma reorganização da vida sem a pessoa querida (especialmente quando somos muito dependentes da mãe para tudo. Aí, cabe uma postura nossa, durante a vida, de criar autonomia e liberdade para que essa perda não seja tão brusca). Nesta fase de reorganização, podem aparecer novamente sentimentos de revolta e incompreensão, até que, num momento posterior, a aceitação para uma nova vida esteja presente efetivamente.
A dor da perda não vai mudar; ela é para sempre, mas o que mudará em nós é a intensidade, bem como o sentido que damos à perda e aos sentimentos que carregamos conosco neste novo momento da vida e de seu ciclo que se renova.
 
Fonte: Canção Nova

Solânea em Fé

Solânea em Fé
Fotos

Liturgia Diária

Liturgia Diária
Canção Nova

PC Magazine

PC Magazine
Informática e Eletrônicos

Mensagem

Pesquisar neste Blog

Carregando...

Campanha Vem Cuidar de Mim

Campanha Vem Cuidar de Mim
Assine aqui o abaixo assinado!

Visitantes

Conselhos do Papa Francisco

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Retokar

Retokar
Oficina Multimarcas

Reflexão

Frei Galvão

Frei Galvão
História

Sínodo sobre a Família

Sínodo sobre a Família
Frases Marcantes

O Papa Francisco

O Papa Francisco
Vatican

Bíblia Católica On Line

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

ANUNCIE AQUI

ANUNCIE AQUI
armaduradocristao@gmail.com

Horário das Missas na Paróquia Menino Jesus de Praga - Bancários

  • Quinta-feira - 19:30hs
  • Sexta-feira -06:00hs
  • Sábado - 19:00hs
  • Domingo - 8:00 e 17:00hs
  • Telefone: (83) 3235.5120

Siga o Armadura por e-mail

EVENTOS

anuncie aqui

Comentários

Deixe o seu Comentário ao final das Postagens!

Terço dos Homens na Rádio RCA

Terço dos Homens na Rádio RCA
Segunda à sexta, às 17:50 hs
Ocorreu um erro neste gadget

A ARMADURA DO CRISTÃO

A ARMADURA DO CRISTÃO
Leia Efésios 6, 10-20

Comunidade Casa da Paz

Adoração ao Santíssimo

Adoração ao Santíssimo

Missa do Terço dos Homens

Missa do Terço dos Homens
Toda 3ª Quarta-feira do mês

Salmos Dominicais

Salmos Dominicais
Canção Nova

Salmos on Line

Menino Jesus de Praga

251ª Romaria da Penha

251ª Romaria da Penha
Vídeos

Solenidade de Corpus Christi

Solenidade de Corpus Christi
Fotos 2014

PARCEIROS


Rotary Club João Pessoa Bancários

blog do João Eduardo

Trânsito WEB

Conselho de Segurança Comunitário dos Bancários

Associação dos Moradores dos Bancários

Blog do Terço dos Homens

Blog do Terço dos Homens
Paróquia Menino Jesus de Praga

Nossas Recordações - Grupo de Jesus RCC Jovem

Loading...

Arquivos Obras Timbó