A caridade deve ser o fio condutor de nossa vida

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Seja qualquer dor, enfermidade, seja em qualquer dia da semana ou do mês, estejamos bem ou não, a caridade deve ser o fio que conduz a nossa vida!

Se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço, não o tira logo, mesmo em dia de sábado?” (Lucas 14, 5). 

O Nosso Mestre Jesus foi convidado para fazer sua refeição na casa de um dos chefes dos fariseus. O Senhor não rejeitou nem mesmo os fariseus, que colocaram tantas dificuldades para a pregação do Evangelho e vai comer na casa deles. Ele poderia tratá-los com dureza por diversas realidades, mas o Seu amor era para com todos. Os fariseus, na verdade, não convidaram o Senhor porque O amavam muito, porque O queriam muito, mas sim porque mais uma vez eles queriam observar o comportamento do Senhor e encontrar contradição n’Ele.
Jesus já conhecia a maldade do coração dos fariseus. E ao entrar na casa daquele fariseu e encontrar ali um homem hidrópico, com inchaço e excesso de água no seu corpo, o Senhor tomou então a palavra e disse: “É permitido ou não curar em dia de sábado?”. Os fariseus sabendo que Jesus poderia dar uma resposta que fosse contrariá-los, nada quiseram responder.
Uma vez que eles nada responderam, Jesus mesmo tomou o homem pela mão, o curou, o despediu e disse o seguinte, antes que os fariseus dissessem alguma coisa: ““Se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço, não o tira logo, mesmo em dia de sábado?’” (Lucas 14, 5). É claro que sim! Se seu filho está doente, não importa a condição, você vai dar tudo para cuidar dele!
Contudo, os fariseus, muitas vezes, apegados à lei deixaram de exercer a caridade, porque a [lei] colocaram acima do amor. Não há lei maior do que o amor! O sentido da lei é o amor pleno, vivido na vida e na prática.
Sim, meus irmãos, não podemos colocar dificuldades, empecilhos, não podemos colocar nosso orgulho, nossa autossuficiência, nossos preceitos morais, nossas obrigações religiosas, civis, seja lá o que for, como justificativa para deixar de fazer o bem ao próximo. Seja qualquer dor, enfermidade, seja em qualquer dia da semana ou do mês, estejamos bem ou não, a caridade deve ser o fio que conduz a nossa vida!
Amar o próximo, cuidar do próximo, dar o melhor de nós para o outro é o sentido mais pleno da lei. Nós sabemos quando alguém conhece Jesus Cristo de verdade não é quando essa pessoa fala bonito em nome do Senhor, prega e é capaz de curar e arrebanhar multidões. Nós conhecemos quando alguém ama Jesus pela caridade vivida em supremacia na sua vida, quando ele é capaz de morrer para si mesmo; e mesmo sem vontade de querer bem àquela pessoa ele também não lhe faz mal, mas sim o bem ao seu próximo.

Deus abençoe você! 

PAPA: "A VIDA CRISTÃ É UM COMBATE CONTÍNUO. NÃO DEVEMOS DESANIMAR, MAS LUTAR COM AS ARMAS DA FÉ. DEUS ESTÁ CONOSCO!"

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Foto: PAPA: "A VIDA CRISTÃ É UM COMBATE CONTÍNUO. NÃO DEVEMOS DESANIMAR, MAS LUTAR COM AS ARMAS DA FÉ. DEUS ESTÁ CONOSCO!"

A vida cristã é um “combate” contra o demônio, o mundo e as paixões da carne. Foi o que afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada esta manhã na Capela da Casa Santa Marta. O Pontífice – comentando a passagem da Carta de São Paulo aos Efésios – reiterou que o diabo existe e “nós devemos lutar contra ele” com “a armadura” da verdade.

“Força e coragem”. O Papa Francisco centrou sua homilia nas palavras de São Paulo que, dirigindo-se aos Efésios, “desenvolve  em uma linguagem militante a vida cristã”. O Pontífice sublinhou que “a vida em Deus deve ser defendida, se deve lutar para levá-la em frente”. Portanto, nos serve força e coragem “para resistir e anunciar”. Para “seguir em frente na vida espiritual – reafirmou – se deve combater. Não é um simples choque, não, é um combate contínuo”. Francisco então, enumerou os três “inimigos da vida cristã”: “o demônio, o mundo e a carne”, ou, as nossas paixões, “que são feridas do pecado original”. É certo – observou – que a “salvação que Jesus nos dá é gratuita”, mas somos chamados a defendê-la:

“Do que devo defender-me? O que devo fazer? ‘Vestir a armadura de Deus’, nos diz Paulo, isto é, o que é de Deus nos defende, para resistir às insídias do diabo. É claro? Claro. Não se pode pensar a uma vida espiritual, a uma vida cristã, sem resistir às tentações, sem lutar contra o diabo, sem vestir esta armadura de Deus, que nos dá forma e nos defende”.

São Paulo – prosseguiu o Papa – sublinha que “a nossa batalha” não é contra coisas pequenas, “mas contra os principados e potestades”, isto é, contra o diabo e os seus”:

“Mas a esta geração – e a tantas outras – fizeram crer que o diabo fosse um mito, uma figura, uma idéia, a idéia do mal. Mas o diabo existe e nós devemos lutar contra ele. É Paulo que diz, não sou eu! A Palavra de Deus o diz. Mas nós não estamos muito convencidos disto. E após, Paulo diz como é esta armadura de Deus, quais são as diversas armaduras, que formam esta grande armadura de Deus. E ele diz: ‘Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade’. Esta é a armadura de Deus: a verdade”.

“O diabo – disse o Santo Padre – é o mentiroso, o pai dos mentirosos, o pai da mentira”. E com São Paulo, reiterou que é necessário “estar cingido com a verdade, vestido com a couraça da justiça”. Portanto, salientou que “não se pode ser cristão sem trabalhar continuamente para ser justo. Não se pode”. Uma coisa que “nos ajudaria muito” – afirmou – seria “nos perguntar se acredito ou não acredito”. Se “acredito um pouco sim e um pouco não”. “Sou um pouco mundano e um pouco crente?”. E evidenciou que “sem fé não se pode seguir em frente, não se pode defender a salvação em Jesus”. Temos “necessidade deste escudo da fé”, porque “o diabo não nos atira flores”, mas “dardos inflamados” para nos matar. Francisco exortou então para tomarmos “o capacete da salvação e a espada do Espírito que é a Palavra de Deus”. E convidou a rezar constantemente, a vigiar com “orações e súplicas”:

“A vida é uma luta. A vida cristã é uma luta belíssima, porque quando o Senhor vence em cada passo da nossa vida, nos dá uma alegria, uma felicidade grandiosa: aquela alegria de que o Senhor venceu em nós, com a gratuidade de sua salvação. Mas sim, todos nós somos um pouco preguiçosos na luta e nos deixamos levar em frente pelas paixões, por algumas tentações. É porque somos pecadores, todos! Mas não se desanime. Coragem e força, porque o Senhor está conosco”.
A vida cristã é um “combate” contra o demônio, o mundo e as paixões da carne. Foi o que afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada esta manhã na Capela da Casa Santa Marta. O Pontífice – comentando a passagem da Carta de São Paulo aos Efésios – reiterou que o diabo existe e “nós devemos lutar contra ele” com “a armadura” da verdade.

“Força e coragem”. O Papa Francisco centrou sua homilia nas palavras de São Paulo que, dirigindo-se aos Efésios, “desenvolve em uma linguagem militante a vida cristã”. O Pontífice sublinhou que “a vida em Deus deve ser defendida, se deve lutar para levá-la em frente”. Portanto, nos serve força e coragem “para resistir e anunciar”. Para “seguir em frente na vida espiritual – reafirmou – se deve combater. Não é um simples choque, não, é um combate contínuo”. Francisco então, enumerou os três “inimigos da vida cristã”: “o demônio, o mundo e a carne”, ou, as nossas paixões, “que são feridas do pecado original”. É certo – observou – que a “salvação que Jesus nos dá é gratuita”, mas somos chamados a defendê-la:

“Do que devo defender-me? O que devo fazer? ‘Vestir a armadura de Deus’, nos diz Paulo, isto é, o que é de Deus nos defende, para resistir às insídias do diabo. É claro? Claro. Não se pode pensar a uma vida espiritual, a uma vida cristã, sem resistir às tentações, sem lutar contra o diabo, sem vestir esta armadura de Deus, que nos dá forma e nos defende”.

São Paulo – prosseguiu o Papa – sublinha que “a nossa batalha” não é contra coisas pequenas, “mas contra os principados e potestades”, isto é, contra o diabo e os seus”:

“Mas a esta geração – e a tantas outras – fizeram crer que o diabo fosse um mito, uma figura, uma ideia, a ideia do mal. Mas o diabo existe e nós devemos lutar contra ele. É Paulo que diz, não sou eu! A Palavra de Deus o diz. Mas nós não estamos muito convencidos disto. E após, Paulo diz como é esta armadura de Deus, quais são as diversas armaduras, que formam esta grande armadura de Deus. E ele diz: ‘Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade’. Esta é a armadura de Deus: a verdade”.

“O diabo – disse o Santo Padre – é o mentiroso, o pai dos mentirosos, o pai da mentira”. E com São Paulo, reiterou que é necessário “estar cingido com a verdade, vestido com a couraça da justiça”. Portanto, salientou que “não se pode ser cristão sem trabalhar continuamente para ser justo. Não se pode”. Uma coisa que “nos ajudaria muito” – afirmou – seria “nos perguntar se acredito ou não acredito”. Se “acredito um pouco sim e um pouco não”. “Sou um pouco mundano e um pouco crente?”. E evidenciou que “sem fé não se pode seguir em frente, não se pode defender a salvação em Jesus”. Temos “necessidade deste escudo da fé”, porque “o diabo não nos atira flores”, mas “dardos inflamados” para nos matar. Francisco exortou então para tomarmos “o capacete da salvação e a espada do Espírito que é a Palavra de Deus”. E convidou a rezar constantemente, a vigiar com “orações e súplicas”:

“A vida é uma luta. A vida cristã é uma luta belíssima, porque quando o Senhor vence em cada passo da nossa vida, nos dá uma alegria, uma felicidade grandiosa: aquela alegria de que o Senhor venceu em nós, com a gratuidade de sua salvação. Mas sim, todos nós somos um pouco preguiçosos na luta e nos deixamos levar em frente pelas paixões, por algumas tentações. É porque somos pecadores, todos! Mas não se desanime. Coragem e força, porque o Senhor está conosco”.
 

Liturgia do Dia

Primeira Leitura (Ef 6,10-20)
 
Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.
10Para terminar, irmãos, confortai-vos no Senhor, e no domínio de sua força, 11revesti-vos da armadura de Deus, para estardes em condições de enfrentar as manobras do diabo. 12Pois não é a homens que enfrentamos, mas as autoridades, os poderes, as dominações deste mundo de trevas, os espíritos do mal que estão nos céus.
13Revesti, portanto, a armadura de Deus, a fim de que no dia mau possais resistir e permanecer firmes em tudo. 14De pé, portanto! Cingi os vossos rins com a verdade, revesti-vos com a couraça da justiça 15e calçai os vossos pés com a prontidão em anunciar o Evangelho da paz.
16Tomai o escudo da fé, o qual vos permitirá apagar todas as flechas ardentes do Maligno. 17Tomai, enfim, o capacete da salvação e o gládio do espírito, isto é, a Palavra de Deus. 18Com preces e súplicas de vária ordem, orai em todas as circunstâncias, no Espírito, e vigiai com toda a perseverança, intercedendo por todos os santos.
19Orai também por mim, para que a palavra seja posta em minha boca para anunciar corajosamente o mistério do Evangelho, 20do qual sou embaixador acorrentado. Possa eu, como é minha obrigação, proclamá-lo com toda a ousadia.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.

Responsório (Sl 143)
 
Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestrou minhas mãos para a luta, e os meus dedos treinou para a guerra!
Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo. É meu escudo: é nele que espero, ele submete as nações a meus pés.
Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos, nas dez cordas da harpa louvar-vos, a vós que dais a vitória aos reis e salvais vosso servo Davi.

Evangelho (Lc 13,31-35)
 
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.
31Naquela hora, alguns fariseus aproximaram-se e disseram a Jesus: “Tu deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar”. 32Jesus disse: “Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho. 33Entretanto, preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.
34Jerusalém, Jerusalém! Tu que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das asas, mas tu não quiseste! 35Eis que vossa casa ficará abandonada. Eu vos digo: não me vereis mais, até que chegue o tempo em que vós mesmos direis: Bendito aquele que vem em nome do Senhor”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Faça todo esforço possível para entrar pela porta estreita

quarta-feira, 29 de outubro de 2014


Nós não podemos relaxar, nós precisamos com todo o nosso coração nos entregar, para valer, para que o Reino de Deus aconteça entre nós, para que possamos passar por essa porta, que é estreita, mas é a porta que nos salva!

“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão” (Lucas 13, 24).

A pergunta que foi feita hoje a Jesus é: Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?” (Lucas 13, 23), o Senhor não respondeu nem que “sim” nem que “não”, mas apenas deu a deixa e o recado: 

“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita” (Lucas 13, 24).

Não é que no Reino do Céus caiba pouca gente. Lá cabe o mundo inteiro, o universo, mas a porta de entrada para esse Reino não é larga, não está aberta para todo o mundo passar! É preciso fazer um esforço para poder se encaixar, para não ficar preso na porta ou então ser barrado e ficar do lado de fora.
Deixe-me dizer a você: a primeira coisa é que a palavra “esforço” já nos diz muito bem o que nós precisamos, de fato, fazer. Esforço quer dizer: se esforçar, ter uma força de vontade muito grande. O esforço é o contrário da mediocridade, porque o medíocre simplesmente fica paralisado e é paralisado pela vida, não se esforça, para no que não dá conta, naquilo que não consegue e diz: “Ah, está bom! É assim mesmo! Eu não posso mais!”.
Não, meus irmãos, nós precisamos de pulso, de firmeza e, muitas vezes, apertar o cerco com nós mesmos. Primeiro com a nossa vontade. Como precisamos disciplinar a nossa vontade, e a primeira coisa para é não fazermos tudo o que temos vontade, porque, frequentemente, a nossa vontade é enganosa, é rebelde e nos conduz pelos maus caminhos da vida, nos conduz a dizermos o que não deveria ser dito, a fazer o que não deveria ser feito e deixar de fazer o que era necessário.
Precisamos, muitas vezes, contrariar a nossa vontade para que ela seja disciplinada, guiada e orientada para o bem. Não há dificuldade para entrar no Reino dos Céus. É preciso apenas que nos coloquemos à disposição de fazer bem todas as coisas, amar a Deus sobre todas as coisas. Assim, percebemos que: “amar a Deus sobre todas as coisas” não é uma coisa simples, é preciso dar o melhor de si, é preciso um esforço. Nós, muitas vezes, queremos que a igreja venha à nossa casa, mas não queremos ir até ela. Nós nos acomodamos, esperamos que Deus venha bater à nossa porta. Deus já bateu à porta, agora somos nós quem precisamos abrir as portas do nosso coração para que o Pai more nele!
É preciso penitência e sacrifícios; é preciso lutar contra nós mesmos para que as nossas pernas, para que o nosso coração e para que a nossa vontade caminhem em direção ao Reino dos Céus. Nós não podemos relaxar, nós precisamos, com todo o nosso coração, nos entregar, para valer, para que o Reino de Deus já aconteça entre nós e para que possamos passar por essa porta.
Apenas uma coisa: não permitamos que o mundo nos iluda, nos engane, nos seduza, nos tire da porta da vida e nos leve para as portas largas da vida perdida, mundana, da vida que não nos leva para Deus. É apertada, mas é a porta da vida, é a porta que nos salva!
Que por essa porta possamos passar a cada dia, até definitivamente entrarmos pela única porta que jamais cessará: a porta da eternidade!

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

A Cristo interessa amar, e não medir os pecados, diz Papa

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Em sua homilia diária, o Papa Francisco convida os cristãos a estarem dentro da Igreja, não apenas na recepção 


        A Cristo interessa amar e curar os corações e não medir os pecados. Foi o que afirmou o Papa Francisco hoje em sua homilia na Casa Santa Marta.
“Jesus reza, Jesus chama, Jesus escolhe, Jesus envia os discípulos, Jesus cura a multidão. Dentro deste templo, este Jesus que é a pedra angular faz todo este trabalho: é Ele que leva em frente a Igreja assim. Como dizia Paulo, esta Igreja está edificada sobre os fundamentos dos Apóstolos. Este que Ele escolheu, aqui: escolheu doze. Todos pecadores. Todos. Judas não era o mais pecador, não sei quem era... Judas pobrezinho, é aquele que se fechou ao amor e por isso se tornou traidor. Mas todos escaparam no momento difícil da Paixão e deixaram só Jesus. Todos são pecadores. Mas Ele escolheu.”

Jesus não nos quer dentro da Igreja como hóspedes ou estrangeiros mas com o direito de um cidadão – disse ainda o Santo Padre, citando S. Paulo. Na Igreja não estamos de passagem, estamos radicados nela. A nossa vida está ali – afirmou o Papa Francisco.

“Nós somos cidadãos, concidadãos desta Igreja. Se nós não entrarmos neste templo e fizermos parte desta construção, para que o Espírito Santo habite em nós, nós não estaremos na Igreja. Nós estamos na porta e olhamos: ‘Que bonito… sim, isto é belo…’. Cristãos que não ultrapassam a recepção da Igreja; estão ali, na porta… ‘Mas sim, sou católico, mas não muito”.

O Papa Francisco concluiu a sua homilia realçando o valor da oração para o curar o pecado em cada um de nós.

“Jesus não se importou com o pecado de Pedro: buscava o coração. Mas para encontrar esse coração e para curá-lo, rezou. Jesus que reza e Jesus que cura, também por cada um de nós. Não podemos entender a Igreja sem este Jesus que reza e este Jesus que cura. Que o Espírito Santo nos faça entender, a todos nós, esta Igreja que tem a sua força na oração de Jesus por nós e que é capaz de curar a todos nós”.

sources: Rádio Vaticano 

Fonte: Aleteia 

Com Deus encontramos a direção certa para a nossa vida

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Com Deus encontramos a direção certa para a nossa vida! Quando a nossa vida começa a perder a direção precisamos que o Senhor a endireite novamente.

“Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus” (Lucas 13,13). 

Amados irmãos e irmãs, a maravilha que nós contemplamos no Evangelho de hoje é o fato de observarmos uma mulher que havia 18 anos estava atormentada por um espírito que a deixava doente e ela ficava cada vez mais encurvada. Ela não tinha condições de ficar em pé, e Jesus teve compaixão dessa mulher por ver o quanto aquele espírito a atormentava e a deixava enferma. Por isso o Senhor, movido por essa profunda compaixão, proclamou que ela estava livre da enfermidade e imediatamente ela ficou curada e começou a louvar a Deus.
Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de se endireitar. Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse: Mulher, estás livre da tua doença. Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus” (Lucas 13, 11-12).
A primeira coisa que vemos é que Jesus endireitou aquela mulher que estava toda curva. Sabem, meus irmãos, existem muitos espíritos que estão encurvando a nossa vida, estão tirando a nossa vida da direção de Deus, do próximo, da verdade e da caridade.
Deixe-me dizer a você: nós precisamos todos os dias endireitar a nossa vida, ou melhor dizendo: precisamos permitir que todos os dias Deus endireite a nossa vida e a coloque no eixo. Porque por um nada perdemos o prumo, por um nada perdemos a direção. E quantos espíritos confusos estão rodeando nossa cabeça, nossa mente, nossos sentimentos e os nossos sentidos!
Desse modo começamos a perder a razão e a nos tornar pessoas egoístas, orgulhosas, grosseiras; vamos tornando a nossa vida azeda, um azedume que, muitas vezes, recebemos do mundo. E assim vamos perdendo o sabor e o gosto pela vida. E uma vida sem gosto se torna uma vida turva! Quando a nossa vida começa a perder a direção precisamos que Deus a endireite novamente.
Não pense que as doenças e as enfermidades são o mal maior da vida. É claro que não desejamos que nenhuma enfermidade ocorra conosco; contudo, existem certas doenças que até nos consertam e nos fazem rever a vida, porque, muitas vezes, quando estamos sadios não caímos em nós. E o mal maior é estarmos tortos na vida, é estarmos encurvados para a vida e não percebermos o real sentido, o significado e a direção que Deus quer nos dar.
Que este Deus maravilhoso, Jesus Nosso Deus, venha hoje em socorro da nossa fraqueza, venha colocar a nossa vida no eixo, venha orientar os nossos pensamentos e sentimentos para não nos encurvarmos diante do mal, mas para estarmos sempre endireitados no caminho da vida.

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Perdão: porta aberta para a bênção

domingo, 26 de outubro de 2014


“Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei Márcio Mendes. Fotos: Daniel Mafra/cancaonova.combem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lc 6, 35-38).
É uma ordem de Deus a se cumprir: “Amai vossos inimigos, fazei o bem sem esperar nenhuma coisa em troca”! É fácil amar quem nos odeia e nos prejudica? Não é fácil! Se você não contar com Deus, nunca vai conseguir amar o seu inimigo. Quando o odiamos, trazemos o inferno para dentro de nós. Ninguém chega ao inferno se não construir uma estrada para lá.
Jesus disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Ninguém chega ao céu se não passar pelo caminho de Jesus, mas este precisa ser trilhado com um passo de cada vez! Jesus abriu para nós um caminho para céu e este precisa ser percorrido. Quando caminhamos em direção a Jesus, trazemos o céu para o nosso coração e para a nossa vida. E assim como existe uma direção para céu, existe outra para o inferno. A estrada para lá é trilhado por nós e as consequências são de ódio, rancor e amarguras. Leia a Palavra de Deus: “Nada de inveja, de ódio ou ciúmes. Amai aqueles que o perseguem”.
Até quando somos maus Deus é bondoso conosco. “Sede misericordioso como o vosso Pai do céu é misericordioso”. O Senhor até nos diz: “Perdoai e sereis perdoados”. Quando fazemos da vida do outro um céu, a nossa vida também se torna um céu.
Já parou para pensar como ficamos quando não perdoamos? Ficamos doentes, magoados e azedos. Quando não perdoamos, fazemos o mal para nós mesmos. Tornamos o nosso coração um cemitério. Digo isso, porque pessoas matam a outra dentro do seu coração e dizem: “Para mim, você não existe mais. Morreu!”. Nós, em nossos pensamentos, decidimos matar aquela pessoa dentro de nós. Já pensou uma pessoa morta dentro do nosso quarto? Deus quer nos libertar de toda falta de perdão.
O que você está buscando? O céu ou o inferno? Uma pessoa amada espalha amor pelo ar! Se você está infeliz, desculpe-me dizer isso, mas você não é infeliz sozinho, porque aqueles que estão a sua volta o amam e sofrem com você!
Quando vivemos o ódio, o nosso coração se torna malicioso, com sentimentos errados. Se você quiser mudar essa realidade, abra o seu coração e deixe a vida, que é Jesus, entrar em você!
"Quando matamos às pessoas nas nossas vida, o nosso coração se torna um cemitério", disse Márcio Mendes. Fotos: Daniel Mafra/cancaonova.com
“Quando matamos as pessoas em nossa vida, o nosso coração se torna um cemitério”, disse Márcio Mendes. Fotos: Daniel Mafra/cancaonova.com
É impossível perdoar se não pedirmos a graça de Deus. Se dermos a alguém a graça do perdão, construiremos um céu dentro do nosso coração.
Se uma pessoa tem palavras de agressão o tempo inteiro e faz da vida dos outros um inferno, o que você acha que ela está construindo? O pior de tudo isso é que ela não só constrói o inferno como ensina outros a construí-lo também. Certo dia, assisti a um vídeo na internet, no qual a mãe fumava e dava o cigarro para a filha segurar; e um outro em que o pai bebia cerveja e dava um golinho para o filho. O vídeo termina com a seguinte mensagem: “Criança vê e faz”.
O que queremos cultivar? Nós temos lugares no nosso coração que precisam urgentemente ser visitados por Deus. Quem não traz, no seu coração, um passado de dores e provações? Se não controlarmos aquilo que está desequilibrado dentro de nós, a nossa vida vai se tornar negativa. Precisamos deixar Jesus descer nas perversidades do nosso coração.
Jesus precisa ir àqueles lugares que escondemos de todo mundo, até de Deus. Jesus quer ir nos lugares podres do nosso coração. A misericórdia de Deus nos salva e liberta, mas ela exige que nós sejamos misericordiosos. Se não nos colocarmos debaixo da paternidade de Deus, infelizmente, “alguém” vai querer nos adotar. Muitos de nós já experimentamos o que é ter misericórdia.
O amor e a misericórdia nos levam ao perdão. Talvez você diga: “Não é justo que eu perdoe essa pessoa”. Se você quiser comparar perdão com justiça, não vai conseguir perdoar, porque justiça requer vingança. Muitas pessoas, depois que se converterem, dizem: “Eu sou de Deus, mas não sou boba, não sou capacho de ninguém”.
A única coisa que pode lhe trazer paz é o perdão. Se você não perdoar, vai morrer sem paz. O mal que você faz à pessoa volta duplicado para você.
Quem morre em estado de pecado mortal perde a salvação. Você precisa perdoar. Muitas pessoas boas se perdem de Deus, perdem a salvação por causa de mágoas e feridas que não perdoaram. Que você não seja essa pessoa, que nutre males dentro do coração.
O que é perdão? É quando você resolve doar, ceder para o outro. Não podemos cair no pensamento diabólico de achar que precisamos encontrar com a pessoa para perdoar! O perdão que nós damos não depende da outra pessoa. Em primeiro lugar, o perdão concedido faz bem para nós mesmos.
O perdão é, em primeiro lugar, o remédio para a nossa ferida. Para você perdoar, é preciso muito mais decisão do que sentimento. O perdão é uma decisão, mesmo que o outro não o mereça.
Transcrição e adaptação: Jakeline Megda D’Onofrio

A receita para sermos felizes

sábado, 25 de outubro de 2014

“Foi esta a única ordem que lhes dei: escutai minha voz, serei vosso Deus e vós sereis o meu povo; segui sempre a senda que vos indicar, a fim de que sejais felizes. Eles, porém, não escutaram, nem prestaram ouvidos, seguindo os maus conselhos de seus corações empedernidos; voltaram-me as costas em lugar de me apresentarem seus rosto” (Jeremias 7,23-24).

Quando Deus nos dá normas e nos faz correções, é para o nosso bem, porque, muitas vezes, fazemos aquilo que é proibido, mas não o que nos é mandado. Nós não ouvimos a voz de Deus por causa do nosso coração rebelde. Não é de uma condenação que o Senhor está falando, mas um alerta para que não sejamos assim!
“Segui sempre o caminho que indicais para que sejais felizes!”. Vamos colocar abaixo toda rebeldia. Nós pensamos que seguindo a nossa cabeça, fazendo do nosso jeito e com as nossas rédias seremos felizes, mas é mentira. Quantas “burradas” já fizemos, porque seguimos a nossa vontade. Enquanto Deus está nos dizendo: “Foi a única ordem que vos dei, afim de que sejais felizes”, há ainda aqueles que não O escutam nem Lhe dão ouvidos.
O que estou dizendo não são palavras minhas, mas do Senhor: “…voltaram as costas e não fizeram a minha vontade”. Essa palavra de Jeremias não é para aquele tempo, mas para nós que desejamos ser felizes. “Dir-lhes-ás então: Esta é a nação que não escuta a voz do Senhor, seu Deus, e não aceita suas advertências”. Eu tremo diante dessa Palavra, porque, infelizmente, constatamos que é assim. Se você varrer a frente da sua casa, ela ficará limpa; se você plantar flores, ela ficará florida. Se cada um, de todas as casas, varrer a frente da sua própria casa e plantar flores, a rua inteira ficará limpa e florida. Isso quer dizer que a mudança do coração começa de nós!
A receita para sermos felizes
Talvez você pense: “Como posso mudar o meu coração e ser feliz?”. Ouvindo a Palavra de Deus. Muitos têm a graça de ouvir o Senhor por intermédio da Canção Nova, das Missas e de toda a programação dos meio de comunicação. É uma graça! Quantos, infelizmente, não têm esses meios!
A Palavra do Senhor também nos diz: “Oxalá ouvisses hoje a voz de Deus!”. Quando ouvimos a Palavra, ela penetra em nós. É como a graxa passada para grudar uma peça na outra. É isso que acontece em nós, o nosso coração empedrado vai ficando cada vez mais aberto.
A Canção Nova nasceu do livro ‘A Bíblia foi escrita para você’, onde eu ensino, de maneira prática, a ler a Bíblia. Toda a comunidade segue esse livro, pois nele eu ensino a ler um livro depois do outro, fazendo uma leitura prática para que ela penetre dentro de nós. Se você tem o livro ‘A Bíblia no meu dia a dia’ e o está guardado, retome a leitura! Precisamos da Palavra de Deus! Muitas situações na sua vida só serão transformadas se você começar a ler o que Jesus nos ensinou. O remédio começa por dentro. Comece a mudança a partir de você!
Deus faz maravilhas? Faz! Mas os problemas estão sempre ali, na porta da nossa casa; muitas vezes, nem é preciso abrir a porta para ele estar ao seu lado. Só pela Palavra de Deus essa situação vai mudar!
Reze comigo: “Senhor, eu quero ouvir a Tua Palavra e ter o meu coração mudado. Desejo encontrar a receita da felicidade que está na Palavra de Deus”.
“Oxalá ouvi hoje a voz de Deus, não fecheis o vosso coração”.
Pregação: ‘Receita para sermos felizes’, de monsenhor Jonas Abib, em 28 de fevereiro de 2008.
Transcrição e adaptação: Jakeline Megda D’Onofrio

Fonte: Canção Nova

Sejamos promotores da paz e da unidade

sexta-feira, 24 de outubro de 2014




Sejamos promotores da paz e da unidade no Corpo de Cristo. Mesmo que tenhamos times de futebol, partidos, visão política e gosto diferentes, podemos viver plenamente unidos!

Com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz” (Efésios 4,2).
Gostaria de lhes chamar para juntos meditarmos a Palavra de Deus da primeira leitura da liturgia de hoje, a Carta de Paulo aos Efésios. A exortação principal do capítulo quarto deste livro bíblico é a invocação à unidade na fé, no batismo e na crença no Senhor.
Sabem, meus irmãos, nós vivemos tentações constantes pela nossa desunião, para vivermos desagregados de Deus e da casa d’Ele. Os cristãos sofrem essa tentação desde os primórdios. E como passamos por momentos difíceis para mantermos a unidade da fé! Até hoje temos rusgas e máculas das consequências e das divisões do nosso passado. As Igrejas cristãs são divididas, os grupos são divididos e, muitas vezes, nos deixamos levar pela semente da discórdia e somos até semeadores da discórdia no meio de nós e no mundo em que vivemos.
Nós podemos muito bem conviver com as diferenças, nós podemos muito bem aceitar a quem não pensa como nós, a quem não tem o mesmo sentimento, a quem não tem a mesma convicção do que nós. Maior do que a convicção é o amor ao qual somos chamados a viver de uns para com os outros!
Deus não quer, de forma nenhuma, que a política, a politicagem e as opções partidárias quebrem a nossa unidade e o amor entre nós! Mas, infelizmente, quanta falta de respeito, quanta acusação, quanta inimizade, quantas brigas há! Agora por causa da política, outra hora por causa de conflitos por isso ou por aquilo. Por este motivo a Palavra de Deus nos chama à unidade: “Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz” (Efésios 4,2).
Nós precisamos ser promotores da paz e da unidade no Corpo de Cristo. Primeiro: pela humildade e pela mansidão. Não precisamos obrigar ninguém a pensar como nós. Devemos evitar as discussões tolas, as paixões políticas, as paixões por futebol e por outras coisas que não levam e não constroem a unidade.
Segundo: saber suportar, ter paciência e viver no amor com quem não pensa como nós, com quem não quer as coisas como nós ou não pensa o mundo como nós. Isso vale para todas as esferas da nossa vida. Nós podemos ter times de futebol diferentes, podemos ter partidos ou visão política diferentes, podemos ter gostos diferentes, mas viver plenamente unidos quando sabemos ser movidos pela mansidão e pela humildade. Desse modo seremos promotores da unidade!
Ao passo que, se é o orgulho, a soberba e a prepotência que falam mais alto, vamos ser semeadores da discórdia!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Os cadernos secretos de João Paulo II

Em “Estou nas mãos de Deus” são revelados 40 anos de escritos de João Paulo II durante os exercícios espirituais



Em seu testamento, João Paulo II tinha pedido a Stanislaw Dziwisz para queimá-los, mas o seu colaborador decidiu apresentar os escritos à Congregação para as Causas dos Santos, que examinou com muita atenção, em vista do então processo de beatificação. Aqueles escritos, que revelam a profunda relação entre João Paulo II e Deus, desde quando era bispo auxiliar, depois arcebispo de Cracóvia, até se tornar Papa. Agora os escritos foram publicados no volume "Estou nas mãos de Deus - Notas Pessoais 1962-2003”, editado pela livraria Vaticana.

Os dois cadernos

As notas, explica o padre Jan Machniak na introdução do volume, fazem parte de dois cadernos chamados “Agenda 1962” e “Agenda 1985”. O primeiro era um caderno pessoal de Wojtyla e data principalmente do período em que era arcebispo. O outro inicialmente pertencia ao secretário pessoal do Papa, padre Emery Kabongo.

O método de Santo Inácio

As notas essencialmente relativas aos exercícios espirituais do Pontífice foram escritas em polonês, mas algumas vezes João Paulo II colocava frases em latim e em italiano, especialmente durante exercícios no Vaticano. O método com o qual efetuava os exercícios era o de Santo Inácio de Loyola: ou seja, uma ordem do dia que verifica com clareza o tema das reflexões e da leitura espiritual.

Seguindo o Sumo Sacerdote

Através dos escritos privados, João Paulo II se revela uma pessoa extremamente metódica e muito concentrada na temática espiritual. Não aparecem nem estado de humor, emoções, detalhes dos eventos que participava. A sua atenção se concentra somente na medida com que o Papa segue na vida de todos os dias Cristo, o Sumo Sacerdote.

O dia de Wojtyla

O dia de Wojtyla, durante os exercícios, era marcado pela santa missa, onde se preparava através da meditação matinal. Depois da celebração fazia o agradecimento, depois a leitura da Sagrada Escritura, as Vésperas e de noite fazia a Hora Santa diante do Santíssimo Sacramento. Ele manteve este estilo em cada ocasião dos exercícios espirituais.

A centralidade de Maria

Nas notas, também tinha um papel central a figura de Maria. O Pontífice ressalta mais de uma vez a grandeza de Nossa Senhora, como Mãe do Verbo Incarnado, pessoa madura no seu percurso de fé, parte integrante do projeto Divino de Salvação. A fonte da qual João Paulo II atinge o seu pensamento é a Teologia de São Maria Grignion de Montfort (tratado da verdadeira devoção a Maria).

Os exercícios durante a doença

Quando a doença se agravou o Papa começou a anotar menos, a caligrafia se tornou irregular e seguia pelo rádio os exercícios espirituais que aconteciam na capela “Redemptoris Mater”. Naquelas circunstâncias o Santo Padre era acompanhado pelas pessoas com as quais compartilhou a vida: familiares e seu secretário, Stanislaw Dziwisz.
Fonte: Aleteia

Precisamos incendiar o mundo com o fogo de Deus

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Precisamos fazer a diferença no mundo, onde a Palavra de Deus não é aceita, não é amada, ainda é rejeitada. Precisamos continuar contagiando este mundo e o incendiando com o ardor do fogo de Deus divino.

“Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso!” (Lucas 12,49).

Jesus hoje nos diz qual é Sua missão no meio de nós: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra” (Lucas 12, 49). O anseio do coração do Mestre é que este fogo já tivesse se alastrado, que este fogo já estivesse aceso em todos os cantos da Terra.
Deixe-me dizer uma coisa a você: o cristão precisa ser incendiado por este fogo, que vem do alto, por este fogo de Deus, que é o Espírito Santo. Primeira coisa: o fogo de Deus queima por dentro e por fora, queima os nossos pecados; queima aqueles desejos que, muitas vezes, estão dentro de nós e não pertencem a Ele. E, ao mesmo tempo, incendeia a nossa alma e o nosso coração para que tenhamos um gosto novo pelas coisas de Deus, um gosto pela Sua Palavra, um gosto pela Eucaristia, gosto de fazer o bem ao próximo.
Como nós precisamos deste fogo do alto! Como precisamos a cada dia ser batizados no fogo deste Espírito, que tudo incendeia. Precisamos, meus irmãos, ser a centelha deste fogo onde nós estamos. Precisamos incendiar – com o amor de Deus – nossa casa, nossa família, nosso trabalho, nossas escolas, o mundo e a sociedade em que vivemos. Infelizmente, existem muitos cristãos apagados, existem muitos cristãos que têm uma “chaminha” que precisa estar acesa, mas está praticamente apagada, quase não sai nem fumaça.
Como precisamos ser incendiados no dia de hoje por este fogo do coração de Deus, para estarmos consumidos pela caridade, pelo desejo de fazer o bem ao próximo, de ajudar o irmão, de sermos generosos!
Precisamos estar incendiados pelo desejo de ouvir a Palavra de Deus e praticá-La! Deixe-me dizer uma coisa a você: quando somos incendiados por este fogo do alto nos tornamos causa de divisão. Sim, o próprio Jesus diz isso a nós: “Eu vim trazer a divisão” (Lucas 12,51). Dividir é justamente isso: não ficarmos do lado do fogo apagado! Vivemos num mundo onde alguns não conhecem o fogo de Deus, outros conheceram e deixaram essa chama se apagar.
Nós precisamos fazer a diferença no mundo, onde a Palavra de Deus não é aceita, não é amada, ainda é rejeitada. Precisamos continuar contagiando este mundo e o incendiando com o ardor do fogo de Deus divino.
Seja em sua casa este fogo aceso, essa chama acessa do amor de Deus! Queime a quem está ao seu lado, queimar significa: cortar o que não é de Deus e fazer resplandecer o amor pelos atos, pelas palavras e pelas atitudes. Não basta dizer um monte de palavras bonitas e contagiantes sobre Jesus se o nosso coração não estiver contagiado e incendiado por essa vontade de viver intensamente a vida de Deus em nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Dê o melhor de si em tudo o que o Senhor confiou a você

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dê o melhor de si em tudo o que o Senhor confiou a você. Ser vigilante é assumir tudo o que lhe foi confiado com diligência e responsabilidade, é dar o melhor de si em tudo.

“A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” (Lucas 12, 48).
A Palavra de Deus hoje nos ensina que uma das formas de sermos vigilantes – na expectativa do Senhor que vem – é assumirmos plena responsabilidade por nossos atos, por nossas atitudes, por nossas escolhas e por tudo aquilo que são as nossas obrigações nesta vida.
Ser vigilante é assumir [tudo isso] com diligência, é assumir com aplicação, é dar o melhor de nós naquilo que nos foi confiado, porque, afinal de contas, vamos ter que prestar contas diante de Deus com o que fazemos com aquilo que foi colocado em nossas mãos. Aquele a quem muito foi dado, muito será cobrado a partir daquilo que ele recebeu.
Algumas vezes, achamos que as pessoas que estão no alto são melhores do que nós. A responsabilidade de quem administra, de quem cuida, de quem preside e de quem governa é grande, mas a cobrança também será maior ainda! Porque quem muito recebeu, muito mais tem condições de dar; e quem tem condições de dar e – não dá o que tem – está retendo para si.
Sabem, meus irmãos, temos que fugir da tentação de querer colocar a culpa nos outros pelos nossos fracassos e pelos nossos insucessos nesta vida. Sim, o governo pode ter sua culpa, a polícia pode ter a sua culpa, o outro pode ter a sua culpa, os nossos pais podem não ter nos ajudado como quereríamos e assim vai, mas isso não exime ninguém de ser responsável por aquilo que tem!
As coisas estão caras, então não podemos gastar muito. O mundo está difícil, então temos de cuidar da nossa segurança, da nossa vida e assim por diante. Ou seja, temos que fazer a nossa parte, não basta esperar do outro e cobrar que este faça. Precisamos dar o melhor de nós naquilo que nos foi confiado e fazer mais, muitas vezes, até do que podemos e do que somos capazes, porque se o mundo caminha na desordem e no fracasso, que nossa vida não seja nem desordem nem fracasso. Podemos dar direção à nossa vida, podemos fazer com que ela siga outro rumo e tenha outro sabor desde que tenhamos plena responsabilidade por nossos atos e escolhas.
Ser adulto é ser maduro, e a maturidade não é sinônimo de idade e, sim, de saber acolher com responsabilidade tudo o que nos é confiado.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Memória Litúrgica de São João Paulo II

MEMÓRIA HISTÓRICA: Recordamos neste dia da primeira memória litúrgica de São João Paulo II a beatificação de Madre Paulina, em 18 de outubro de 1991. No final, a bênção apostólica de "João de Deus".



 Oração a São João Paulo II
SEMENT
Ó São João Paulo,
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!

Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.

São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus!

Amém.

(Cardeal Angelo Comastri)



Fonte: Rádio Vaticano Brasil 

Estejamos sempre vigilantes e atentos às coisas de Deus

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O cristão precisa ser assim: estar com os rins cingidos para não se deixar apegar a nada deste mundo, para estar sempre atento, vigilante e buscando o Senhor em primeiro lugar.

Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater” (Lucas 12, 35-36).

É deste modo que os discípulos de Jesus devem viver nesta vida: em atitude de constante expectativa à espera do seu Senhor que vem. Por isso, Deus hoje mostra-nos os dois caminhos nos quais devemos trilhar e direcionar a nossa vida na expectativa do Senhor. O primeiro deles é estar com os rins cingidos. Quando o povo de Israel, o povo de Deus, ou seja, os hebreus, precisaram deixar o Egito, devido à longa escravidão, o Livro do Êxodo narra que eles estavam com um cinto sobre os rins, o que significa: nós estamos indo a caminho do Senhor, estamos deixando aquilo que nos escraviza, estamos deixando aquilo que nos prende, para irmos sempre em direção ao Senhor.
O cristão precisa ser assim: estar com os rins cingidos para não se deixar apegar a nada deste mundo, para estar sempre atento, vigilante e buscando o Senhor em primeiro lugar. Nós estamos a caminho, irmãos, estamos em busca da Jerusalém Celeste, onde o Nosso Deus nos espera! Por isso, essa atitude de não tirarmos os olhos do Senhor, de buscarmos as coisas do alto deve ser sempre a atitude do discípulo vigilante.
O segundo caminho é: o discípulo deve manter a sua lâmpada acessa. A lâmpada acessa lembra o próprio Jesus, quando nos recorda a parábola das dez virgens prudentes; elas estavam atentas, ligadas, não foram inertes.
Sabem, meus irmãos, nós temos responsabilidades sobre a nossa vida, e somos nós quem precisamos vigiar os nossos atos, o nosso comportamento e as palavras que saem de nossa boca. É uma atitude contínua, é uma conversão diária. É termos, nós mesmos, responsabilidade sobre nossa conduta e sobre o nosso comportamento.
O bom cristão, mesmo dormindo, está vigiando, e acordado não vive como se estivesse dormindo. Está mais do que atento para não se desviar da conduta, para não se desviar do bom caminho, para não ser levado pelas fraquezas e pelas tentações, para não ser desviado dos caminhos do Senhor.
Que Deus hoje coloque um cinto sobre os nossos rins para que não tiremos d’Ele o nosso olhar e que o Senhor também acenda a nossa lâmpada. Que ela não se apague e que estejamos sempre vigilantes e atentos às coisas de Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Publicado relatório conclusivo do Sínodo sobre a Família

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Papa Francisco pediu que o relatório conclusivo fosse publicado com o resultado dos votos favoráveis e contrários de cada um dos 62 parágrafos do texto

Da redação, com Rádio Vaticano

Com a autorização do Papa Francisco, foi publicada na noite deste sábado, 18, a Relatio Synodi, o relatório conclusivo da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família. O documento foi aprovado na Sala Sinodal após a votação, um por um, dos 62 parágrafos.
“Foi desejo do Papa. O Papa disse: ‘Quero que seja publicada esta Relatio, e por questões de transparência e clareza, que se diga quantos foram os votos favoráveis ou não favoráveis, número por número, de forma que não existam confusões ou equívocos sobre isto”, afirmou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.
Padre Lombardi durante apresentação do relatório conclusivo à imprensa / Foto: Reprodução CTV
Padre Lombardi durante apresentação do relatório conclusivo à imprensa / Foto: Reprodução CTV
O porta-voz do Vaticano explicou aos jornalistas que o Santo Padre fez questão que a tabela das votações também fosse publicada. [Na íntegra, documento em italiano]
O documento retoma, em substância, a estrutura e os conteúdos principais do ‘Relatório após a discussão’, apresentado em 13 de outubro na Sala do Sínodo pelo Relator Geral da Sessão, Cardeal Peter Ërdo. Ela recolhe também muitas das 470 emendas apresentadas pelos Padres Sinodais, reunidos nos Círculos menores:
Acesse

“Em particular, vocês observarão a ampliação das primeiras duas partes, o que foi pedido por muitos relatórios dos Círculos menores, para dar maior equilíbrio ao conjunto, não falar prevalentemente ou somente dos desafios ou das dificuldades, mas também falar mais do aspecto positivo sobre a família. Portanto, é um texto mais amplo e que pretende ser mais equilibrado e desenvolvido”.
O Sínodo assume a necessidade de “discernir os caminhos para renovar a Igreja e a sociedade no seu compromisso pela Igreja fundada sobre o matrimônio”, a “união indissolúvel entre o homem e a mulher”. Os participantes sustentam que “os grandes valores do matrimônio e da família cristã” são a resposta aos anseios da existência humana face ao “individualismo” e “hedonismo”.

Parágrafos não aprovados

Os parágrafos que não atingiram a maioria dos dois terços são os número (acesso dos divorciados recasados à Comunhão), 53 (comunhão espiritual a divorciados) e 55 (homossexuais) não chegaram a uma maioria de dois terços dos 183 padres sinodais presentes; e o parágrafo 41 (matrimônios civis e uniões de fato) recebeu 54 votos contra.
A reflexão sobre casamentos civis, divorciados e recasados na Igreja deixa uma mensagem de “amor” e diz que esta participa “de forma incompleta” na vida eclesial. “Trata-se de acolher e acompanhar estas pessoas com paciência e delicadeza”, pode ler-se. O documento retoma as observações sobre a necessidade de fazer “escolhas pastorais corajosas” na ação da Igreja junto das “famílias feridas”, em particular junto de quem “viveu injustamente” a separação e o divórcio.
Em relação ao acesso à Comunhão e à Penitência pelos divorciados em segunda união, alguns “argumentaram em favor da disciplina atual” [que impede o acesso aos sacramentos] e outros propõem um “acolhimento não-generalizado”. Este foi o ponto em que houve mais votos contra (74), no qual se pede que seja aprofundada a questão, “tendo presente a distinção entre situação objetiva de pecado e circunstâncias atenuantes”.
círculos menores_sínodo

Todavia, explica Padre Lombardi, o esforço da Relatio Synodi é o de ser inclusivo e portanto se pode falar de um consenso também sobre estes números:
“Temos em cada um destes números uma dimensão do consenso, evidentemente, uma dimensão que pode ser muito ampla ou uma dimensão que pode ser mais limitada, mas isto significa que existe um assunto que deve ainda ser amadurecido ou aprofundado porque, evidentemente, o consenso da Assembleia não era suficientemente maduro para a formulação com que foi apresentado”.
Em relação ao Relatório precedente, a Relatio Synodi não faz mais referência à lei da gradualidade, não fala de crianças que vivem com casais do mesmo sexo e reitera com mais força que as uniões homossexuais não são equiparáveis ao matrimônio entre homem e mulher, sublinhando que não são aceitáveis pressões sobre os bispos relativo a este ponto.

Nulidade matrimonial e planejamento natural

O relatório do Sínodo alude ainda às propostas para tornar “mais acessíveis e ágeis”, de preferência “gratuitos”, os procedimentos para o reconhecimento de casos de nulidade matrimonial, realçando que alguns participantes se mostraram “contrários” a mudanças.
Os vários pontos apelam à valorização dos métodos naturais de planejamento natural e da adoção, condenando a mentalidade “antinatalista”; recordam a reflexão sobre a família nos documentos da Igreja e pedem liberdade de educação para os pais.
O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, sublinhou que este não é um documento “doutrinal” e que vai servir de base para a preparação da assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos que será realizada em outubro de 2015.

Kelen Galvan

Jornalista da rede Canção Nova de comunicação

Fonte: Canção Nova

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